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Você sabe o que é o NADA ? O NADA criou você ?

O nada é a "causa causal de todas as causas que não foram causadas ainda, mas esperam apenas uma causa para serem causadas".

Teorias Inexplicáveis - 3 Princípio da Incerteza de Heisenberg

Isso promete mecher com os seu pensamento e com a sua razão. Leia e tente intender uma das teorias mais estranhas e incriveis da Física.

Verdade ou Mito ? Viagem Astral. Passagem para Outra Dimenção?

Também chamada de projeção astral, desdobramento, viagem astral, experiência fora do corpo, viagem extra corpórea. Pessoa que dizem ir para outra dimensão...

Teorias - 01 Antigos Astronautas

Alienigenas do Passado ou Peleocontato, consiste na proposição que seres extraterrestres visitaram a Terra na antiguidad...

Física Inexplicável 02 - Telepátia da Mecânica Quântica

Sera que podemos nos comunicar através de pensamento ? Você já teve a impressão de estar sentindo que algo irá acontecer, ou ter a sensação de que alguém esta se aproximando ?

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29 de jan. de 2014

Grandes Mistérios da Arqueologia Humana Parte 01

A Nave de Toprakkale



Este é um achado impressionante, este objeto tem a aparência de uma nave espacial tripulada, ele foi encontrado nas ruínas da antiga Tusp, atual Toprakale (Turquia). Sua idade é estimada em cerca de 3000 anos. É possível distinguir claramente o cockpit com o piloto dentro da nave (que está faltando a cabeça) e um sistema de propulsão traseira.

A Tumba de Pacal Votan Maia



Este é um corpo estranho encontrado dentro da tumba Maia de Pacal Votan. Este achado é singularmente enigmático e incrível, que nem as proporções, nem as características físicas são compatíveis com os antigos maias. O esqueleto mostra uma constituição forte de grande porte que difere com as proporções das populações indígenas. Os traços do rosto da múmia representam um detalhe misterioso, com poucas expressões indígenas e uma longa ponte nasal estendendo para a testa.

Astronauta Colombiano



Uma escultura colombiana mostrando um homem de características não-indígenas, com um capacete espacial. À direita a imagem de um astronauta do programa espacial soviético. Notem nas espantosas semelhanças.

O Martelo Texas Hammer




O Hammer of Texas, atualmente localizado no Museu de Somerwell, foi encontrado no Texas, EUA, em 1934. Os estudos remontam a esse objeto com uma idade de 140 milhões de anos. O ferro com que foi construído é de grande pureza e isso só é possível com os avanços da tecnologia moderna. Além da análise do carbono-14, ele é petrificado, demonstrando a sua remota antiguidade. Certamente foi deixado pra trás por um antigo estrangeiro espacial.

Graffiti de Lussac les Chateaux


Em Lussac-les-Chateaux, na França, descobriram em 1937 umas pinturas pré- históricas com mais de 15.000 anos atrás. O que mais espanta, e que nelas aparecem dinossauros, homens, mulheres e crianças que se vestem como nós, roupas, sapatos, chapéus e óculos de sol. No entanto, para a história oficial, nunca os dinossauros tenham vivido com humanos, e nem teria existido esses objetos modernos ​​para os seres humanos de 15.000 anos atrás!

O Crânio de Broken Hill



O crânio de Broken Hill é uma descoberta misteriosa, que pode ser vista no Museu de História Natural, em Londres. Este é um crânio que tem confundido a todos os peritos que tentaram estudá-lo. Ele mostra o claro impacto de uma arma de fogo, mas estudos indicam que o crânio tem mais de 40 mil anos!

As Figuras de Acambaro


As Figuras de Acambaro são uma coleção de mais de 32.000 peças descobertas no México, que parecem representar dinossauros, animais extintos e as culturas do velho continente . Testes do carbono-14 foram submetidos a estas relíquias, eles estimam uma idade de 6000 anos. 
Como poderia a 6000 anos atrás haver dinossauros?




O Astronauta de Palenque


O Astronauta de Palenque, no México. Nesta foto você pode ver claramente o Deus Pacal, olhando através de um visor, tem uma espécie de alça em sua mão esquerda e tem o pé direito apoiado sobre um pedal, com uma turbina nas costas. Incontroversos elementos de um foguete, existentes antes mesmo da América ser descoberta.


O Astronauta de Kiev



Um astronauta em uma estátua em Kiev Plate, com 2.000 anos de idade, usando um terno estranho de metal e capacete.


8 de out. de 2013

O Mistério das Ruinas de Puma Punku.

Um dos Lugares mais estranhos do planeta terra.

A ruína de Puma Punku é um dos lugares mais extraordinários que conheci.



O sítio arqueológico está localizado em Tiwanaku, a 72km de La Paz, na Bolívia. O nome Puma Punkuvem da língua Aymara e tem o significado de “A porta da Puma”.
Quer saber o que é Puma Punku ? Assista o Episódio de Alienígenas do Passado, e descubra um dos lugares mais sem explicação da Terra.


Fonte das Imagens: Mochilão

Vídeo original de: History

13 de ago. de 2013

Um Rio Dentro do Mar ?


Fotos Incríveis de um rio que fica no fundo do mar na Península de Yucatán México.

São imagnes incríveis e bonitas mesmo, foram obtidas por mergulhadores profissionais em uma caverna na Península de Yucatán, no México, é uma paisagem bela e difícil de ser encontrada no mundo.

 Um rio no fundo do mar é isso mesmo. O local é chamado de Cenote Angelita, ou "Angelito" pela pessoas locais, na verdade fica em uma caverna vertical, de 60 metros de profundidade, com encantadoras árvores que sobem para a superfície.

O espesso nevoeiro que lhe dá o ar bucólico e misterioso é, na verdade, uma grossa camada de sulfeto de hidrogênio provocada pela fusão da água doce da metade superior da caverna com a salgada, que está na parte inferior. Esta série de imagens bonitas e impressionantes nada mais é o resultado do trabalho do mergulhador e fotógrafo russo Anatoli Beloshchin.
Fonte: Seu History

25 de jul. de 2013

[Vídeo] Arqueólogos podem ter descoberto recentemente piramides nas Antártida.

Pirâmides na Antártida?Nos últimos dias começou a ganhar voz, com força e insistência, a notícia da suposta descoberta de pirâmides na Antártida. Apesar de a informação não ter sido confirmada ou desmentida por nenhuma fontes oficial, muitos websites têm feito eco a esta possibilidade com a divulgação de algumas imagens que apontam para a veracidade desta versão. Pelas fotos, é possível observar estruturas piramidais no continente gelado, algumas delas obtidas pelo Programa Integrado de Perfuração Oceânica (Integrated Ocean Drilling Program), um projeto internacional de exploração submarina.
Várias hipóteses foram formuladas em torno destas imagens, como a de que a Antártida pode ter oferecido um clima favorável para o desenvolvimento de uma civilização há milhares de anos e que, agora, poderíamos começar a encontrar vestígios disso. Além disso, há também a especulação de que haveria existido o contato de seus habitantes com os de outros lugares do mundo antigo, como México, Egito, Indonésia, e demais localidades onde foram, recentemente, encontradas outras construções, como na Bósnia.
Ainda falta, certamente, uma confirmação deste feito na Antártida, o que seria uma revelação sem precedentes para o estudo da história da humanidade, mesmo que a afirmação deste fato pareça algo distante. De qualquer maneira, real ou não, isso coloca à vista o que poderia ser imaginado neste momento e confirma que o continente gelado da Terra é um dos lugares mais misteriosos do nosso planeta e que gera imensa curiosidade, assim como as pirâmides, cuja construção ainda é um dos mais poderosos enigmas da história.


Fonte: History Channel

23 de jul. de 2013

Amazônia possui pirâmides?

Pirâmides na Amazônia

"Se nós estivéssemos lidando apenas com mera incompetência, nossos líderes deveriam, de vez em quando, cometer um erro a nosso favor...Não, nós não estamos lidando com coincidências ou estupidez, mas com planejamento e brilhantismo..." Gary Allen, escritor, jornalista e sociólogo.


A incrível história das Pirâmides da Amazônia, que originaram o livro As Crônicas de Akakor, é com certeza uma das maiores e mais complexas conspirações que aconteceram em nosso território. Os ingredientes dessa intrigante história constam nazistas, tesouros perdidos, assassinatos e muitas mentiras.

Lendas sobre cidades de pedra perdidas na Amazônia brotam desde a época do suposto "descobrimento" do Brasil. Coronel Fawcett, que inspirou a criação do famoso personagem da ficção Indiana Jones, desapareceu procurando em 1924 o paradeiro desta civilização e nunca mais foi encontrado. Como famoso arqueólogo e explorador Britânico, este senhor não estaria por acaso e sem motivo procurando uma cidade perdida no Brasil, correto?

Percy H. Fawcett.




Na década de 70, um encontro inesperado desencadeou uma série de acontecimentos, conforme narra o arqueólogo Aurélio M. G. de Abreu, no seu livro Reinos desaparecidos povos condenados:

 "Em 1971, numa rua de Manaus, um piloto da Swiss Air chamado Ferdinand Schmidt conversava com um membro da tripulação em alemão quando foi abordado por um esfarrapado indivíduo que utilizando o mesmo idioma, pediu que lhe pagassem uma refeição. Diante do espanto do aviador, o pedinte informou que era nativo de uma região do interior da Amazônia, filho de mãe índia e pai alemão, e que fora batizado com o nome de Tatunka Nara.

O mestiço informou ainda que sua tribo era chamada ugha mogulala, e que entre o anos de 1939 e 1941 seu povo recebera um contingente de 2000 soldados alemães enviados por Hitler para uma possível invasão do Brasil,transportando armas e diversos equipamentos. Segundo Tutunka Nara, o contingente permaneceu na região até o inicio de 1945, quando alguns retornaram a Alemanha; ,muitos preferiram permanecer entre os silvícolas miscigenando-se com os mogulalas. 

O piloto da Swiss Air pagou a refeição a Tatunka Nara; tempos depois retornou a sua pátria, onde teve oportunidade de relatar a curiosa história para Karl Brugger, então repórter de uma importante revista alemã, que farejou ali uma história. Com os dados fornecidos pelo piloto suíço, Brugger viajou para Manaus e contatou Tatunka Nara, não sem alguma dificuldade. A princípio, o personagem manteve-se reticente, mas pouco a pouco o jornalista foi obtendo novas informações, as quais eram meticulosamente gravadas. Diante das revelações que Tatunka Nara lhe forneceu, Brugger tomou-se de entusiasmo tão grande que em 1972 partia em companhia de Tatunka rumo ao interior da floresta, com o propósito de encontrar uma cidade pré-colombiana ainda habitada por descendentes de seus construtores e repleta de antiquíssimas ruínas de templos e pirâmides.  

Quando Brugger retornou a civilização, manteve-se reticente sobre os resultados dessa entrada. Mas em 1976 surgia na Alemanha o livro Die Chronik Von Akakor(edição Econ Verlag), onde Karl Brugger narrava a chegada do contingente nazista ao Brasil e seu contato com os nativos mogulalas."



O livro foi traduzido para o inglês atraindo a atenção de diversos grupos estrangeiros, que a essa altura já tentavam atingir a cidade perdida. O piloto da Swiss Air, Schmidt, compatriota de Erich von Däniken, deu conhecimento do caso ao famoso escritor do livro "Eram os deuses astronautas?". Um ano após o lançamento do livro na Alemanha, von Däniken esteve em Manaus. Abaixo a continuação do texto de Aurélio M. G. de Abreu:

"Em 1977 ele esteve em Manaus, onde contatou Tatunka Nara; este lhe fez então varias revelações, entre as quais a de que era um príncipe da tribo mogulala e que na região existiam pelo menos três cidades, habitadas pelo seu povo, chamadas Akahim, Akakor e Akanis. Em Akahim existiria um objeto muito antigo, entregue há milhares de anos aos sacerdotes mogulalas por deuses vindos do céu, e que, de acordo com as tradições, começaria a cantar quando os deuses retornassem a Terra.

Segundo Tatunka, recentemente o objeto começara a emitir um ruído semelhante ao que fazem os enxames de abelhas, assinalando desse modo que estava próxima a hora dos deuses retornarem. Entusiasmado com as noticias, Daniken encarregou Ferdinand Schmidt de acompanhar Tatunka Nara até Akahim e obter o misterioso objeto cantante a qualquer custo. Assim, foi organizada uma expedição provida de um bote com motor, armas, equipamentos de rádio e remédios.Todavia, a expedição foi intimada a levar um arqueólogo brasileiro- e para isso foi indicado Roldão Pires Brandão, que se encontrava em Manaus, buscando, por seu lado, uma cidade perdida que ele considerava existir as margens de um dos afluentes do Amazonas."




Até este momento o assunto era desconhecido do público brasileiro em geral. Imaginem: ruínas de uma antiga civilização em território brasileiro, que atraia atenção internacional, e o livro, As Crônicas de Akakor, não havia sido publicado no Brasil ainda? Por que? Claramente a ditadura abafava o caso, muito provavelmente por que envolvia um estranho acobertamento a presença nazista na floresta amazônica. A intimação feita pelo governo para a participação do arqueólogo Roldão Pires Brandão fez com que a expedição fosse um fracasso. Continuando o relato:

Clique aqui para ler o livro.


"...poucas semanas depois, a revista Ancient Skies, porta-voz da Ancient Astronaut Society, em seu volume 5, numero 4, de outubro de 1978, apresentava comunicado assinado pelo próprio Daniken, em que narrava os problemas criados por Roldão, este acabara sendo baleado pela própria arma, aparentemente devido ao descuido no manuseio, o que forçou a expedição a retornar quando se encontrava a apenas dois dias de distancia de Akahim. Segundo o mesmo comunicado, eles haviam subido o rio Negro e penetrando em um subafluente do Amazonas, até um ponto em que foram obrigados a abandonar o barco e seguir a pé, já que aa região era montanhosa. Teria sido justamente no sopé da montanha o local onde Brandão se acidentara com a arma; Segundo Schmidt, o arqueólogo brasileiro foi socorrido a tempo, mas mesmo assim teve febre alta ; se a expedição não houvesse regressado, ele certamente teria morrido. Felizmente, conseguiram atingir um posto policial, onde um hidroavião recolheu o grupo inteiro, levando Roldão a Manaus.

Ao concluir o comunicado, Daniken deixa claro que Roldão se ferira intencionalmente para forçar o retorno da expedição, mas que era sua intenção enviar de novo Schmidt com Tatunka Nara entre abril e maio de 1979, época em que o regime das chuvas permite que as ruínas sejam atingidas.

Após o retorno da pequena expedição, os acontecimentos passaram a ter nova feição, pois Tatunka Nara não concordou em voltar a servir de guia ao grupo suíço, tendo-se juntado a Roldão, que por sua vez se associara a um curioso cidadão chamado José Alair da Costa Pires."



Rumores davam conta de que um grupo inglês estava tentando atingir as ruínas pela Venezuela. Isso fez com que Brandão, com medo de perder a primazia do descobrimento, aparentemente desse um tiro no próprio pé para forçar o retorno da expedição e comunicar a imprensa em geral, televisões, jornais e revistas a sua descoberta da existência das pirâmides, que já haviam sido avistadas por Karl Brugger, em 1972. A Revista Veja fez uma matéria em 1979, conforme continua o relato do arqueólogo:

"A revista Veja de 1° de agosto de 1979 traz uma reportagem de cinco paginas, em cores, mostrando estruturas de forma piramidal cobertas por vegetação, de tal forma que, se o achado houvesse ocorrido na área maia, não restaria a menor duvida sobre sua origem. Mas logo após a realização das reportagens, começaram a surgir vozes destoantes, e os especialistas declararam enfaticamente que o que alguns tomavam por pirâmides eram apenas morros."

(Chequei a informação sobre "se achado fosse na área Maia, não restaria a menor dúvida sobre sua origem", e encontrei esse site excelente: http://www.authenticmaya.com/mirador1.htm . Não restaria a menor dúvida!)




Complexo El Tigre, El Mirador, de origem Maia. Se fosse no Brasil os especialistas diriam que é uma montanha!


Três anos após o lançamentos do livro de Karl Brugger (que nunca foi lançado no Brasil), o povo brasileiro tomava conhecimento destas descobertas, devido a um temor de que ingleses ficassem com a glória. Até este momento as ruínas existiam, tinham sido avistadas, um jornalista respeitado havia estudado por quatro anos o assunto e publicado um livro que causara comoção internacional. O piloto suiço também havia avistado o local, "Schimidt com Tatunka, que após a longa jornada, próximo ao que parecia ser a entrada da cidade...Ao longe Schimidt conseguiu avistar três pirâmides.". Aparentemente, alemães nazistas estiveram e ainda estavam na floresta. Voltando ainda mais no tempo, o próprio Coronel Fawcett tinha certeza da existência das ruínas. Porém, agora, especialistas declaravam, enfaticamente, que as pirâmides eram apenas morros, sem ao menos irem ao local! Ou seja, antes da reportagem da Veja, as ruínas existiam, todos estavam preocupados em defender as pirâmides, em proibir a publicação de um livro, o governo brasileiro se esforçava para esconder as informações e após a revelação da descoberta tudo começou a ruir como em um castelo de cartas?

Tatunka Nara também começou a mudar:

"Tatunka explicou a Schmidt que não poderia voltar a Akahim ... Se Schmidt quisesse, poderia seguir Ramos até a cidade, mas em tal caso Tatunka não garantiria sua segurança ou que pudesse retornar a civilização. Schmidt resolveu que seguiria até Akahim, mas então Tatunka se recusou a dar-lhe permissão, alegando que se retornasse a Manaus sem o companheiro seria preso acusado de tê-lo morto. Diante das ameaças não restou ao suíço outra alternativa senão retornar em companhia de seu guia. Dias depois, seu bote naufragou no rio Negro, com perda total de equipamentos e dos filmes que realizara."

"Karl Brugger reapareceu no Rio de Janeiro, acompanhado por Tatunka Nara e convidou o conhecido cineasta Orlando Senna para acompanha-los até as cidades perdidas. Num artigo publicado na revista Transe de junho de 1982, o próprio Orlando Sena justificava a não realização da expedição pelo fato de que Tatunka não garantiria nenhuma segurança a equipe, que teria de cruzar uma região inóspita e habitada por índios em pé de guerra contra quaisquer estranhos que penetrassem em seu território. O projeto foi suspenso, e Orlando Senna informava não ter mais noticias de Brugger ou Tatunka Nara."

Este é o grande truque da conspiração. Como fazer que pirâmides e ruínas desapareçam? Óbvio que não há como tirá-las do local. Então os mestres da manipulação articularam uma grande campanha de contrainformação, que culminaram no assassinato de Karl Brugger, em 3 de janeiro de 1984. A testemunha do assassinato de Karl Brugger diz que este foi abordado na rua por um cidadão que disse alguma coisa em português no ouvido da vítima, Brugger concordou, acenou com a cabeça, o cidadão puxou um revólver e deu 3 tiros no coração do jornalista.

Após o incidente, o foco mudou e as discussões sobre a ruínas desapareceram. Em 8 de janeiro de 1984, o jornal Estado de São Paulo, publicou uma matéria que explicava o assassinato e relatava que Tatunka Nara era um ex-marinheiro alemão neurótico de guerra que se estabeleceu na amazônia e enganava todo mundo. Vários outros órgãos de imprensa denunciaram o guia de Karl Brugger, Tatunka, como responsável pelos assassinatos de turistas estrangeiros que morreram na floresta, culminando com a matéria do programa Fantástico, da Rede Globo, em 1990. Documentos que surgiram na Alemanha davam como certo que, Tatunka Nara, agora Guther Hauck, era um psicopata, falsário, vigarista, assassino e até explorador de índios. O interessante é que a polícia diz que Karl Brugger foi assassinado por um assaltante, e o Ministério Público que foi Tatunka Nara por causa dos lucros das vendas do livro As Crônicas de Akakor. Outro fato denunciado na matéria do Fantástico é muito controverso: a irmã de John Reed, um dos americanos desaparecidos, supostamente morto por Tatunka, diz que "chegou a vir ao Brasil para tentar falar com Tatunka, mas não conseguiu, e acusa o consular do Estados Unidos em Manaus, James Fish, de não ter colaborado e ter sonegado informações importantes sobre o desaparecimento".

Tatunka.
Guther Hauck. Identidade secreta ou contrainformação?

Finalmente, em 1990, para terminar a contrainformação, já que necessitavam de um documento internacional, um aventureiro alemão chamado Ruediger Nehberg junto ao produtor de cinema Wolfgang Brog, supostamente enganaram o "inocente" Tatunka, fazendo com que sua história fosse desfeita. O nome do documentário realizado a partir do golpe dos malandrinhos alemães é "Das Geheimnis des Tatunca Nara" (The Mystery of Tatunca Nara). De longe, lembrou-me a história do filme ganhador do Oscar, Argo.

Um documento da Procuradoria Geral do Estado do Amazonas diz: “Pouco antes da sua (de Tatunka) extradição para o Peru, os oficiais seus amigos libertaram-no da prisão de Rio Branco e tornaram a levá-lo para Manaus”...e também que ele foi informante do DOI-CODI (Destacamento de Operações de Informações - Centro de Operações de Defesa Interna, onde eram torturados os que se opunham à ditadura militar), do SNI (Serviço Nacional de Informações) e do CMA (Comando Militar da Amazônia) a partir de 1972: “... neste último tendo contato íntimo com o então Major Thaumaturgo, hoje General, que na época ajudou a criar a estrutura da 7ª Seção do CMA. Tatunka passava informações à respeito da atuação de funcionários da FUNAI, de políticos e do então prefeito de estaBarcelos, de nome Manoel”. (no início da matéria está escrito: "Diante das revelações que Tatunka Nara lhe forneceu, Brugger tomou-se de entusiasmo tão grande que em 1972 partia em companhia de Tatunka rumo ao interior da floresta, com o propósito de encontrar uma cidade pré-colombiana ainda habitada por descendentes de seus construtores e repleta de antiquíssimas ruínas de templos e pirâmides.")

Na reportagem do Fantástico de 1990, o então Direto-Geral da Polícia Federal, Romeu Tuma, garantiu que se Hauck realmente fosse um homicida, seria julgado pelo código penal brasileiro, e que se fosse comprovado o crime de falsidade ideológica, poderia, inclusive, cumprir a pena no Brasil antes de ser deportado. Pois é, Tatunka Nara ou Gunther Hauck está livre até hoje e morando em Barcelos fazendo a mesma coisa que sempre fez. Outra parte interessante da reportagem é o silêncio dos cidadãos de Barcelos, ninguém quer falar com a imprensa, segundo o jornalista da Rede Globo, porque não querem ser envolvidos nos crimes de Tatunka, o que? Para mim não faz o mínimo sentido e trata-se de um erro de continuidade da matéria.



Fantástico, Rede Globo - 1990

Após assistir ao vídeo se pergunte, e os "morros", alguém foi investigar?

O arqueólogo Aurélio M. G. de Abreu, em seu vídeo para o programa Sexto Sentido, fala que alguns acompanhantes de Tatunka Nara nas expedições estavam sendo assassinados, inclusive um deles foi metralhado. O próprio Aurélio diz ter sido ameaçado por algumas vezes após publicar artigos sobre o assunto (na data de hoje procurei notícias sobre Aurélio na internet e não encontrei nada sobre seu paradeiro. Se alguém tiver notícias do arqueólogo comunique a esse escritor por email ou facebook).

Programa Sexto Sentido - Aurélio M.G. de Abreu


Cronologia dos fatos:

  • No Brasil, desde o seu "descobrimento", muitos aventureiros se perdem procurando tesouros na amazônia;
  • 1924. Coronel Fawcett desaparece na Floresta Amazônica em busca de uma cidade perdida;
  • 1939 a 1941. Supostamente 2000 nazistas se instalam na Amazônia para uma possível invasão ao Brasil.
  • 1945. Alguns voltam a Alemanha, outros preferem viver com os silvícolas.
  • 1971. Encontro de Tatuanka e o piloto Schmidt.
  • 1972. Expedição de Tantuka e Karl Brugger rumo ao interior da floresta. Tatunka torna-se informante do DOI-CODI, SNI e CMA.
  • 1976. Publicação do livro Die Chronik Von Akakor, por Karl Brugger.
  • 1977. Livro traduzido para o inglês. Revelações de Tatunka a Däniken sobre as cidades perdidas.
  • 1978. Expedição as pirâmides é retardada por arqueólogo brasileiro por medo de perder a primazia das revelações para um grupo inglês que tentava atingir as pirâmides pela Venezuela.
  • 1979. Revista Veja e outros órgãos de imprensa noticiam a descoberta das pirâmides. Especialistas negam a descoberta sem ir ao local, argumentando que seriam morros.
  • 1984. Assassinato de Karl Brugger. Jornal o Estado de São Paulo publica matéria onde relata que Tatunka Nara seria um enganador.
  • 1990. Reportagem do Fantástico.
  • 1991. Documentário "Das Geheimnis des Tatunca Nara".

Observações:

  • O Brasil é o país que possui o maior número de povos não contatados em todo o mundo.

Índios isolados encontrados no estado brasileiro do Acre em 2009.
  • Os Nazista tinham interesse no Brasil e estiveram na Amazônia. Karl Brugger conseguiu um vídeo na Alemanha que mostra a partida dos nazistas e a chegada ao Brasil.



Fonte: AB Origene


20 de jul. de 2013

A Teoria dos astronautas antigos

Teoria dos Astronautas antigos é uma Teoria usada para descrever a crença de que seres ou criaturas extraterrestres visitaram a Terra há Milênios atrás, e que as civilizações do passado de alguma forma teriam interagido com o tal contato. A teoria afirma que, para essas civilizações, esses seres que desciam dos céus eram os deuses que de alguma forma teria recebido as preces dos filhos e que tal contato está relacionado com a origem ou desenvolvimento do Homem e da cultura humana. Esta teoria foi popularizada por autores comoErich von Däniken e Zecharia Sitchin. Muitas das provas apresentadas pelos defensores desta teoria são artefatos arqueológicos, monumentos megalipticos, lendas, mitos e histórias que são interpretados de acordo com a mesma. Essa Teoria pode ser considerada uma variação da Teoria do PaleocontatoCarl SaganI. S. Shklovskii e Hermann Oberth foram alguns dos cientistas de renome que consideraram seriamente esta possibilidade.


Detalhes

Os defensores da Teoria dos Astronautas antigos afirmam que os humanos são descendentes ou que são criações de seres que visitaram a Terra milênios atrás. Uma teoria relacionada defende que esse seres nos deram muito do conhecimento, da cultura e dareligião. A religão especialmente foi um grande modelo para o desenvolvimento da humanidade, pois esses seres apesar de tudo, ensinaram o Homem a amar o próximo, a sua família, e o seu lar. Os Astronautas antigos teriam atuado como uma "cultura-mãe". O conceito do Paleocontato aparece em diversas histórias e filmes de ficção científica, a destacar 2001: Uma Odisséia no Espaço.

Däniken


Erich von Däniken foi um defensor destacado desta teoria no final dos anos 1960s e início dos 1970s, obtendo um grande público a partir da publicação em 1968 de seu livro campeão de vendas "Eram os Deuses Astronautas?" e suas continuações. As provas apoiando a visão de paleocontato de Von Däniken seguem-se:
  • Determinados artefatos e construções monumentais, de propósito e origem desconhecidos, aparentam terem exigido uma capacidade tecnológica mais sofisticada durante sua manufatura do que aquela atribuída pelos historiadores às respectivas culturas antigas. Estes objetos e estruturas são avaliados como sendo superiores aos conhecimentos tecnológicos daquelas culturas creditadas com sua manufatura (ao menos aos olhos do autor e seus defensores). Von Däniken sustenta que esses artefatos foram manufaturados ou diretamente por extraterrestres ou por humanos que aprenderam o conhecimento necessário dos ditos visitantes extraterrestres. Tais artefatos e monumentos incluem Stonehenge, os moai da Ilha de Páscoa, a Máquina de Anticítera e asantigas baterias elétricas de Bagdad. (ver Oopart)
  • Na arte e iconografia antigas pelo mundo afora, certos temas similares podem ser interpretados como ilustrações de veículos aéreos e espaciais, criaturas inteligentes não-humanas, astronautas antigos e artefatos de uma tecnologia anacronicamente avançada. Von Däniken também identifica certos detalhes que parecem ser similares pela arte de culturas históricas geograficamente diversas, que ele alega demonstrarem uma origem comum.
  • As origens de muitas religiões podem ser interpretadas como reações a encontros de humanos primitivos com alguma raça extraterrestre. De acordo com sua perspectiva, os humanos teriam considerado a tecnologia dos extraterrestres como sendosobrenatural e os próprios como sendo deuses. Von Däniken observa que as tradições orais e escritas da maioria das religiões contêm referências a visitantes extraterrestres através da descrição de estrelas e objetos veiculares viajando por ar e espaço. O autor defende que estas devem ser vistas como descrições literais de testemunhas oculares que se alteraram com a passagem do tempo até se tornarem mais obscuras, ao invés de ficção mítica ou simbólica. Um exemplo é a revelação de Ezequiel no Velho Testamento, que Däniken interpreta como sendo a descrição detalhada do uma espaçonave pousando.
A partir da publicação dos livros de Von Däniken, não foram encontradas maiores provas para confirmar suas alegações, enquanto muitos alegaram que as provas haviam sido desmascaradas. A maioria dos historiadores considera suas alegações - bem como as de outros adeptos dos astronautas antigos - como pseudociência ou pseudo-arqueologia.

Zecharia Sitchin,

O corpo de trabalho contínuo de Zecharia Sitchin, The Earth Chronicles, começando com a primeira edição, The 12th Planet, desenvolve sua interpretação dos antigos textos do Oriente Médio. Sítios megalíticos misteriosos e artefatos anômalos encontrados pelo mundo afora. Ele teoriza que os deuses eram de fato astronautas do planeta Nibiru, que os sumérios acreditavam ser um distante "décimo-segundo" planeta (incluindo e denominando o Sol, a Lua, todos os outros sete planetas e Plutão como "planetas") associado com o deus Marduk. Segundo Sitchin, Nibiru continua a orbitar o Sol numa órbita alongada de 3600 anos.
Ainda segundo Sitchin, os Sumérios relatam como 50 "Anunnaki", ou habitantes de Nibiru, chegaram à Terra há aproximadamente 400 000 anos com a intenção de extrair matérias-primas para transportá-las a seu próprio mundo. Devido a seu reduzido número, eles logo se cansaram da tarefa e começaram a alterar genéticamente trabalhadores para operarem nas minas. Após muita tentativa e erro, eventualmente criaram o homo sapiens sapiens, o "Adapa" (homem modelo) ou o Adão da mitologia posterior.

Defensores Recentes

Graham Hancock

Graham Hancock foi influenciado pelas teorias de Erich von Däniken, embora as considere incompletas. Em seu livro, Fingerprints of the Gods, Hancock teoriza que uma "cultura-mãe", tendo obtido conhecimento e tecnologia de extraterrestres, plantou as sementes do saber e cultura em civilizações antigas como os egípcios. Esta teoria da "cultura-mãe" constantemente é relacionada de perto aos mitos do continente perdido de Atlântida.

Movimento Raeliano

O Raelianismo é um movimento religioso criado por Claude Vorilhon (ou Rael), que afirma ter tido contatos com extraterrestres em diversas ocasiões, explica a criação dos humanos como tendo sido feita por uma raça de outro planeta chamada Elohim, usando o DNA deles. O Movimento Raeliano também questiona a Teoria da evolução e defende a clonagem humana.

Provas

Muitos autores aproveitam as antigas mitologias para defenderem seus pontos-de-vista, baseando as suas teorias no princípio básico de que quase todos os antigos mitos da criação descrevem um deus ou deuses que teriam descido dos "céus" à Terra para criar o homem. Esses mitos detalham aventuras extraordinárias desses deuses que seriam na verdade tecnologias modernas, vistos a partir da perspectiva dos terrenos de mentes primitivas.

Por exemplo, máquinas voadoras constantemente aparecem em textos antigos. Um exemplo clássico são os vimanas, máquinas voadoras encontradas na literatura da Índia em que as histórias vão desde fantásticas batalhas aéreas empregando armamento diverso, inclusive bombas, a leigos descrevendo simples informações técnicas, procedimentos de vôo e vôos da imaginação
No Velho Testamento bíblico, Deus é descrito como tendo vários atributos que poderiam ser interpretados como sendo foguetes avançados ou outros veículos aéreos. Ele é descrito como tendo um "corpo" superior de metal (que também pode ser interpretado como um tipo de coroa), aparecendo numa coluna de fumaça e/ou fogo e soando como uma trompa. Estas descrições retratam o Deus dos antigos hebreus como não apenas tendo as características de uma máquina voadora, mas também bastante claramente descrevendo Deus como uma presença física , não uma abstração. Este Deus acompanha os hebreus e faz chover relâmpagos e pedras sobre Seus inimigos a partir de sua posição no céu. Contudo, poeticamente, as descrições de Deus também apresentaram-no como tendo asas protetoras e braços alongados nos Salmos, características contrárias às teorias de quaisquer manifestações mecânicas da parte de Deus. Além disso, as características da Arca da Aliança e o Urim e Thummim tem sido identificados como sendo de tecnologia avançada, talvez de origem extraterrestre.
Outros exemplos incluem as descrições bastante detalhadas no Livro de Ezequiel bíblico, o Livro de Enoque apócrifo, e incontáveis relatos antigos que vão da China ao Peru.

As provas materiais incluem a descoberta de antigos "aeromodelos" no Egito e América do Sul, que apresentam uma certa semelhança com aviões e planadores modernos. Provavelmente, os itens de provas circunstanciais mais famosos são as linhas de Nazca do Peru; enormes e incontáveis desenhos no solo que só podem ser vistos de grandes alturas Mais embasamento a esta teoria vem do que se supõe serem discos voadores na arte medieval e renascentista. Objetos nas pinturas que não podem ser explicados com relevância à obra em questão são constantemente interpretados como discos voadores. Isto auxilia na defesa da teoria dos astronautas antigos ao demonstrar que os criadores do homem podem retornar para acompanhar sua criação através do tempo. Outro embasamento artístico à teoria dos astronautas antigos são as pinturas de cavernas paleolíticas. Vondjina na Austrália e Val Camonica na Itália demonstram uma semelhança com os astronautas atuais. Os defensores da teorias dos astronautas antigos afirmam que algumas semelhanças coincidentes tais como cabeças em forma de globo, ou seres usando capacetes espaciais, provam que o homem primitivo foi visitado por uma raça extraterrestre.

Conceitos Anteriores

Fontes mais antigas, embora geralmente não mencionando astronautas antigos per se, sugerem que a criação de alguns monumento estaria além das capacidades humanas, tais como a sugestão de Saxo Grammaticus de que gigantes criaram os imensos dolmens da Dinamarca, ou nas histórias em que Merlin montou Stonehenge através de magia.
As provas dos astronautas antigos frequentemente consistem de afirmações de que antigos monumentos, tais como as maiorespirâmides do Egito, ou Macchu Picchu no Peru, ou outras antigas ruínas megalíticas, tais como Baalbek no Líbano, não poderiam ter sido construídas sem o emprego de capacidades técnicas além das daqueles povos à época. Tais afirmações não são novidade na História. Raciocínio semelhante se encontra por trás do assombro das muralhas de construção ciclópica nas cidades micênicas aos olhos dos gregos na Idade das Trevas que seguiu-se a elas, que acreditavam que os gigantes ciclopes tinham construído as muralhas. Candidatos típicos para as civilizações perdidas que ensinaram ou proporcionaram essas capacidades são os continentes perdidos deAtlântida, Lemúria e Mu.
Outro tema frequente que pode ser encontrado em muitas mitologias é uma pessoa que vem de muito longe como um deus, ou como oarquétipo de um "herói civilizador" que traz conhecimento à humanidade. Prometeu é o exemplo ocidental mais famoso. Na tradiçãoamericana nativa há diversos exemplos, incluindo Quetzalcoatl dos astecas e Viracocha dos incas.
Nos textos teosóficos do século XIX e início do século XX podem ser encontrados muitos precursores das teorias dos astronautas antigos. A teosofia influenciou autores como H. P. Lovecraft e Charles Fort, e mesmo autores posteriores como Erich von Däniken.
Na década de 1940, dois antropólogos franceses descobriram um achado surpreendente enquanto estudavam a tribo dogon da ÁfricaOcidental. Eles descobriram que os dogon tinham conhecimento de que uma pequena estrela orbita outra, a bem conhecida estrelaSirius. Essa estrela menor, impossível de ser observada a olho nu, era desconhecida dos astrônimos ocidentais até 1862. Os antropólogos afirmaram que o conhecimento dos dogons precede a descoberta da estrela menor pelos ocidentais por centenas de anos. Esta teoria sofreu um revés quando pesquisas posteriores por outros antropólogos revelaram que apenas os poucos anciões da tribo mencionados pelos dois antropólogos originais tinham conhecimento da estrela, o que levou outros pesquisadores a crer que a pesquisa feita pelos dois antropólogos franceses fora manipulada. Embora esta teoria tenha sido refutada, muitos leram The Sirius Mistery, de Robert K. G. Temple.
Alan F. Alford, autor de God of the New Millennium (1996), foi um dos adeptos da teoria dos astronautas antigos. Muito de sua obra baseia-se nas teorias de Sitchin. Contudo, ele admite algumas falhas na teoria de Sitchin, após uma análise mais profunda.  "Tenho agora a firme convicção de que esses deuses personificavam o céu caindo; em outras palavras, a descida dos deuses seria uma descrição poética do mito do cataclisma que faz parte do núcleo das religiões antigas do Oriente Próximo."

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