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Você sabe o que é o NADA ? O NADA criou você ?

O nada é a "causa causal de todas as causas que não foram causadas ainda, mas esperam apenas uma causa para serem causadas".

Teorias Inexplicáveis - 3 Princípio da Incerteza de Heisenberg

Isso promete mecher com os seu pensamento e com a sua razão. Leia e tente intender uma das teorias mais estranhas e incriveis da Física.

Verdade ou Mito ? Viagem Astral. Passagem para Outra Dimenção?

Também chamada de projeção astral, desdobramento, viagem astral, experiência fora do corpo, viagem extra corpórea. Pessoa que dizem ir para outra dimensão...

Teorias - 01 Antigos Astronautas

Alienigenas do Passado ou Peleocontato, consiste na proposição que seres extraterrestres visitaram a Terra na antiguidad...

Física Inexplicável 02 - Telepátia da Mecânica Quântica

Sera que podemos nos comunicar através de pensamento ? Você já teve a impressão de estar sentindo que algo irá acontecer, ou ter a sensação de que alguém esta se aproximando ?

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23 de mar. de 2015

A Farsa do Aquecimento Global ?

Real ou Farsa ? Aquecimento gobal é um dos assuntos mais discutidos no mundo de hoje, mas a quem diga que não paça de  uma farça.


Abaixo segue carta completa enviada por cientistas brasileiros falando sobre o aquecimento global.
Esta carta foi feita em 2012 durante a epoca que foi realizado no brasil o Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas (RIO + 20).







Mudanças climáticas: hora de se recobrar o bom senso

São Paulo, 14 de maio de 2012

Exma. Sra.
Dilma Vana Rousseff
Presidenta da República Federativa do Brasil

Excelentíssima Senhora Presidenta:

Em uma recente reunião do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas, a senhora afirmou, oportunamente, que a fantasia não tem lugar nas discussões sobre um novo paradigma de crescimento – do qual a Humanidade necessita, de fato, para proporcionar a extensão dos benefícios do conhecimento a todas as sociedades do planeta. Com igual propriedade, a senhora assinalou, também, que o debate sobre o desenvolvimento sustentado precisa ser pautado pelo direito dos povos ao progresso, com o devido fundamento científico.

Assim sendo, permita-nos complementar tais formulações, observando que as discussões sobre o tema central da agenda ambiental, as mudanças climáticas, têm sido pautadas, predominantemente, por motivações ideológicas, políticas, econômicas e acadêmicas restritas. Isto as têm afastado, não apenas dos princípios basilares da prática científica, como também dos interesses maiores das sociedades de todo o mundo, inclusive a brasileira. Por isso, apresentamos-lhe as considerações a seguir.

1) Não há evidências físicas da influência humana no clima global:

A despeito de todo o sensacionalismo a respeito, não existe qualquer evidência física observada no mundo real, que permita demonstrar que as mudanças climáticas globais, ocorridas desde a Revolução Industrial do século XVIII, sejam anômalas em relação às ocorridas anteriormente, no passado histórico e geológico – anomalias que, se ocorressem, caracterizariam a influência humana.

Todos os prognósticos que indicam elevações exageradas das temperaturas e dos níveis do mar, nas décadas vindouras, além de outros efeitos negativos atribuídos ao lançamento de compostos de carbono de origem humana (antropogênicos) na atmosfera, baseiam-se em projeções de modelos matemáticos, que constituem apenas simplificações limitadas do sistema climático – e, portanto, não deveriam ser usados para fundamentar políticas públicas e estratégias de longo alcance e com grandes impactos socioeconômicos de âmbito global.

A influência humana no clima restringe-se às cidades e seus entornos, em situações específicas de calmarias, sendo esses efeitos bastante conhecidos, mas sem influência em escala planetária. Para que a ação humana no clima global ficasse demonstrada, seria preciso que, nos últimos dois séculos, estivessem ocorrendo níveis inusitadamente altos de temperaturas e níveis do mar e, principalmente, que as suas taxas de variação (gradientes) fossem superiores às verificadas anteriormente.

O relatório de 2007 do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) registra que, no período 1850-2000, a temperatura média global aumentou 0,74oC, e que, entre 1870 e 2000, os níveis do mar subiram 0,2 m.

Ora, ao longo do Holoceno, a época geológica correspondente aos últimos 12.000 anos em que a Civilização tem existido, houve diversos períodos com temperaturas mais altas que as atuais. No Holoceno Médio, há 6.000-8.000 anos, as temperaturas médias chegaram a ser 2oC a 3oC superiores às atuais, enquanto os níveis do mar atingiram até 3 metros acima do atual. Igualmente, nos períodos quentes conhecidos como Minoano (1500-1200 a.C.), Romano (séc. VI a.C.-V d.C.) e Medieval (séc. X-XIII d.C.), as temperaturas foram mais de 1oC superiores às atuais.

Quanto às taxas de variação desses indicadores, não se observa qualquer aceleração anormal delas nos últimos dois séculos. Ao contrário, nos últimos 20.000 anos, desde o início do degelo da última glaciação, houve períodos em que os gradientes das temperaturas e dos níveis do mar chegaram a ser uma ordem de grandeza superiores aos verificados desde o século XIX.

Entre 12.900 e 11.600 anos atrás, no período frio denominado Dryas Recente, as temperaturas caíram cerca de 8oC em menos de 50 anos e, ao término dele, voltaram a subir na mesma proporção, em pouco mais de meio século.

Quanto ao nível do mar, ele subiu cerca de 120 metros, entre 18.000 e 6.000 anos atrás, o que equivale a uma taxa média de 1 metro por século, suficientemente rápida para impactar visualmente as gerações sucessivas das populações que habitavam as margens continentais. No período entre 14.650 e 14.300 anos atrás, a elevação foi ainda mais acelerada, atingindo cerca de 14 metros em apenas 350 anos – média de 4 metros por século.

Tais dados representam apenas uma ínfima fração das evidências proporcionadas por, literalmente, milhares de estudos realizados em todos os continentes, por cientistas de dezenas de países, devidamente publicados na literatura científica internacional. Desafortunadamente, é raro que algum destes estudos ganhe repercussão na mídia, quase sempre mais inclinada à promoção de um alarmismo sensacionalista e desorientador.


Por conseguinte, as variações observadas no período da industrialização se enquadram, com muita folga, dentro da faixa de oscilações naturais do clima e, portanto, não podem ser atribuídas ao uso dos combustíveis fósseis ou a qualquer outro tipo de atividade vinculada ao desenvolvimento humano.

2) A hipótese “antropogênica” é um desserviço à ciência:

A boa prática científica pressupõe a busca permanente de uma convergência entre hipóteses e evidências. Como a hipótese do aquecimento global antropogênico (AGA) não se fundamenta em evidências físicas observadas, a insistência na sua preservação representa um grande desserviço à Ciência e à sua necessária colocação a serviço do progresso da Humanidade.

A História registra numerosos exemplos dos efeitos nefastos do atrelamento da Ciência a ideologias e outros interesses restritos. Nos países da antiga URSS, as Ciências Agrícolas e Biológicas ainda se ressentem das consequências do atraso de décadas provocado pela sua subordinação aos ditames e à truculência de Trofim D. Lysenko, apoiado pelo ditador Josef Stálin e seus sucessores imediatos, que rejeitava a Genética, mesmo diante dos avanços obtidos por cientistas de todo o mundo, inclusive na própria URSS, por considerá-la uma “ciência burguesa e antirrevolucionária”. O empenho na imposição do AGA, sem as devidas evidências, equivale a uma versão atual do “lysenkoísmo”, que tem custado caro à Humanidade, em recursos humanos, técnicos e econômicos desperdiçados com um problema inexistente.

Ademais, ao conferir ao dióxido de carbono (CO2) e outros gases produzidos pelas atividades humanas o papel de principais protagonistas da dinâmica climática, a hipótese do AGA simplifica e distorce um processo extremamente complexo, no qual interagem fatores astrofísicos, atmosféricos, oceânicos, geológicos, geomorfológicos e biológicos, que a Ciência apenas começa a entender em sua abrangência.

Um exemplo dos riscos dessa simplificação é a possibilidade real de que o período até a década de 2030 experimente um considerável resfriamento, em vez de aquecimento, devido ao efeito combinado de um período de baixa atividade solar e de uma fase de resfriamento do oceano Pacífico (Oscilação Decadal do Pacífico-ODP), em um cenário semelhante ao verificado entre 1947 e 1976. Vale observar que, naquele intervalo, o Brasil experimentou uma redução de 10-30% nas chuvas, o que acarretou problemas de abastecimento de água e geração elétrica, além de um aumento das geadas fortes, que muito contribuíram para erradicar o café no Paraná. Se tais condições se repetirem, o País poderá ter sérios problemas, inclusive, nas áreas de expansão da fronteira agrícola das regiões Centro-Oeste e Norte e na geração hidrelétrica (particularmente, considerando a proliferação de reservatórios “a fio d’água”, impostos pelas restrições ambientais).

A propósito, o decantado limite de 2oC para a elevação das temperaturas, que, supostamente, não poderia ser superado e tem justificado todas as restrições propostas para os combustíveis fósseis, em âmbito internacional, também não tem qualquer base científica: trata-se de uma criação “política” do físico Hans-Joachim Schellnhuber, assessor científico do governo alemão, como admitido por ele próprio, em uma entrevista à revista Der Spiegel (17/10/2010).

3) O alarmismo climático é contraproducente:

As mudanças constituem o estado permanente do sistema climático – pelo que a expressão “mudanças climáticas” chega a ser redundante. Por isso, o alarmismo que tem caracterizado as discussões sobre o tema é extremamente prejudicial à atitude correta necessária diante dos fenômenos climáticos, que deve ser orientada pelo bom senso e pelo conceito de resiliência, em lugar de submeter as sociedades a restrições tecnológicas e econômicas absolutamente desnecessárias.

No caso, resiliência significa a flexibilidade das condições físicas de sobrevivência e funcionamento das sociedades, além da capacidade de resposta às emergências, permitindo-lhes reduzir a sua vulnerabilidade às oscilações climáticas e outros fenômenos naturais potencialmente perigosos. Tais requisitos incluem, por exemplo, a redundância de fontes alimentícias (inclusive a disponibilidade de sementes geneticamente modificadas para todas as condições climáticas), capacidade de armazenamento de alimentos, infraestrutura de transportes, energia e comunicações e outros fatores.

Portanto, o caminho mais racional e eficiente para aumentar a resiliência da Humanidade, diante das mudanças climáticas inevitáveis, é a elevação geral dos seus níveis de desenvolvimento e progresso aos patamares permitidos pela Ciência e pela Tecnologia modernas.

Além disso, o alarmismo desvia as atenções das emergências e prioridades reais. Um exemplo é a indisponibilidade de sistemas de saneamento básico para mais da metade da população mundial, cujas consequências constituem, de longe, o principal problema ambiental do planeta. Outro é a falta de acesso à eletricidade, que atinge mais de 1,5 bilhão de pessoas, principalmente na Ásia, África e América Latina.

No Brasil, sem mencionar o déficit de saneamento, grande parte dos recursos que têm sido alocados a programas vinculados às mudanças climáticas, segundo o enfoque da redução das emissões de carbono, teria uma destinação mais útil à sociedade se fosse empregada na correção de deficiências reais, como: a falta de um satélite meteorológico próprio (de que dispõem países como a China e a Índia); a ampliação e melhor distribuição territorial da rede de estações meteorológicas, inferior aos padrões recomendados pela Organização Meteorológica Mundial, para um território com as dimensões do brasileiro; o aumento do número de radares meteorológicos e a sua interligação aos sistemas de defesa civil; a consolidação de uma base nacional de dados climatológicos, agrupando os dados de todas as estações meteorológicas do País, boa parte dos quais sequer foi digitalizada; e numerosas outras.

4) A “descarbonização” da economia é desnecessária e economicamente deletéria:

Uma vez que as emissões antropogênicas de carbono não provocam impactos verificáveis no clima global, toda a agenda da “descarbonização” da economia, ou “economia de baixo carbono”, se torna desnecessária e contraproducente – sendo, na verdade, uma pseudo-solução para um problema inexistente. A insistência na sua preservação, por força da inércia do status quo, não implicará em qualquer efeito sobre o clima, mas tenderá a aprofundar os seus numerosos impactos negativos.

O principal deles é o encarecimento desnecessário das tarifas de energia e de uma série de atividades econômicas, em razão de: a) os pesados subsídios concedidos à exploração de fontes energéticas de baixa eficiência, como a eólica e solar – ademais, inaptas para a geração elétrica de base (e já em retração na União Europeia, que investiu fortemente nelas); b) a imposição de cotas e taxas vinculadas às emissões de carbono, como fizeram a União Europeia, para viabilizar o seu mercado de créditos de carbono, e a Austrália, sob grande rejeição popular; c) a imposição de medidas de captura e sequestro de carbono (CCS) a várias atividades.

Os principais beneficiários de tais medidas têm sido os fornecedores de equipamentos e serviços de CCS e os participantes dos intrinsecamente inúteis mercados de carbono, que não têm qualquer fundamento econômico real e se sustentam tão-somente em uma demanda artificial criada sobre uma necessidade inexistente. Vale acrescentar que tais mercados têm se prestado a toda sorte de atividades fraudulentas, inclusive no Brasil, onde autoridades federais investigam contratos de carbono ilegais envolvendo tribos indígenas, na Amazônia, e a criação irregular de áreas de proteção ambiental para tais finalidades escusas, no estado de São Paulo.

5) É preciso uma guinada para o futuro:

Pela primeira vez na História, a Humanidade detém um acervo de conhecimentos e recursos físicos, técnicos e humanos, para prover a virtual totalidade das necessidades materiais de uma população ainda maior que a atual. Esta perspectiva viabiliza a possibilidade de se universalizar – de uma forma inteiramente sustentável – os níveis gerais de bem-estar usufruídos pelos países mais avançados, em termos de infraestrutura de água, saneamento, energia, transportes, comunicações, serviços de saúde e educação e outras conquistas da vida civilizada moderna. A despeito dos falaciosos argumentos contrários a tal perspectiva, os principais obstáculos à sua concretização, em menos de duas gerações, são mentais e políticos, e não físicos e ambientais.

Para tanto, o alarmismo ambientalista, em geral, e climático, em particular, terá que ser apeado do seu atual pedestal de privilégios imerecidos e substituído por uma estratégia que privilegie os princípios científicos, o bem comum e o bom senso.

A conferência Rio+20 poderá ser uma oportuna plataforma para essa necessária reorientação.


Kenitiro Suguio

Geólogo, Doutor em Geologia

Professor Emérito do Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo (USP)

Membro titular da Academia Brasileira de Ciências


Luiz Carlos Baldicero Molion

Físico, Doutor em Meteorologia e Pós-doutor em Hidrologia de Florestas

Pesquisador Sênior (aposentado) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)

Professor Associado da Universidade Federal de Alagoas (UFAL)


Fernando de Mello Gomide

Físico, Professor Titular (aposentado) do Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA)

Co-autor do livro Philosophy of Science: Brief History (Amazon Books, 2010, com Marcelo Samuel Berman)


José Bueno Conti

Geógrafo, Doutor em Geografia Física e Livre-docente em Climatologia
Professor Titular do Departamento de Geografia da Universidade de São Paulo (USP)
Autor do livro Clima e meio ambiente (Atual, 2011)


José Carlos Parente de Oliveira

Físico, Doutor em Física e Pós-doutor em Física da Atmosfera

Professor Associado (aposentado) da Universidade Federal do Ceará (UFC)

Professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE)


Francisco Arthur Silva Vecchia

Engenheiro de Produção, Mestre em Arquitetura e Doutor em Geografia

Professor Associado do Departamento de Hidráulica e Saneamento da Escola de Engenharia de São Carlos–USP

Diretor do Centro de Recursos Hídricos e Ecologia Aplicada (CRHEA)


Ricardo Augusto Felicio

Meteorologista, Mestre e Doutor em Climatologia

Professor do Departamento de Geografia da Universidade de São Paulo (USP)


Antonio Jaschke Machado

Meteorologista, Mestre e Doutor em Climatologia

Professor do Departamento de Geografia da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP)


João Wagner Alencar Castro

Geólogo, Mestre em Sedimentologia e Doutor em Geomorfologia

Professor Adjunto do Departamento de Geologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

Chefe do Departamento de Geologia e Paleontologia do Museu Nacional/UFRJ


Helena Polivanov

Geóloga, Mestra em Geologia de Engenharia e Doutora em Geologia de Engenharia e Ambiental

Professora Associada do Departamento de Geologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)


Gustavo Macedo de Mello Baptista

Geógrafo, Mestre em Tecnologia Ambiental e Recursos Hídricos e Doutor em Geologia

Professor Adjunto do Instituto de Geociências da Universidade de Brasília (UnB)

Autor do livro Aquecimento Global: ciência ou religião? (Hinterlândia, 2009)


Paulo Cesar Soares

Geólogo, Doutor em Ciências Geológicas e Livre-docente em Estratigrafia

Professor Titular da Universidade Federal do Paraná (UFPR)


Gildo Magalhães dos Santos Filho

Engenheiro eletrônico, Doutor em História Social e Livre-docente em História da Ciência e Tecnologia

Professor Associado do Departamento de História da Universidade de São Paulo (USP)


Paulo Cesar Martins Pereira de Azevedo Branco

Geólogo, Pesquisador em Geociências (B-sênior) do Serviço Geológico do Brasil – CPRM


Daniela de Souza Onça

Geógrafa, Mestra e Doutora em Climatologia

Professora da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC)


Marcos José de Oliveira
Engenheiro Ambiental, Mestre em Engenharia Ambiental e Climatologia Aplicada
Doutorando em Geociências Aplicadas na Universidade de Brasília (UnB)

Geraldo Luís Saraiva Lino

Geólogo, coeditor do sítio Alerta em Rede

Autor do livro A fraude do aquecimento global: como um fenômeno natural foi convertido numa falsa emergência mundial (Capax Dei, 2009)


Maria Angélica Barreto Ramos

Geóloga, Pesquisadora em Geociências (Sênior) do Serviço Geológico do Brasil – CPRM

29 de jan. de 2014

Físico Stephen Hawking recua e nega existir buraco negro

Stephen Hawking, da Universidade de Cambridge, publica artigo online revisando teoria sobre 'horizonte de eventos' causa barulho.



O físico inglês Stephen Hawking, da Universidade de Cambridge, que se tornou notório como um dos criadores da teoria moderna do buraco negro, está causando barulho na comunidade científica pela publicação de um artigo online, ainda sem revisão de outros cientistas, que declara sem cerimônias: "Não existem buracos negros".
A declaração tenta colocar um ponto final em uma discussão que se arrasta há décadas e que, em última instância, está na base de um dos principais desafios da Física: unificar a Teoria da Relatividade (que explica o mundo macroscópico) com a Mecânica Quântica (que explica o mundo microscópico).
A ideia de buraco negro -- um objeto cosmológico resultante do colapso de uma estrela, cuja massa gigantesca (que pode ser milhões de vezes maior que o Sol) é condensada em um único ponto, com tamanha força gravitacional que suga tudo o que está a sua volta, até mesmo a luz -- vem do início do século 20.
Sua existência só pôde ser confirmada a partir da Teoria da Relatividade Geral, que Albert Einstein elaborou em 1915. Por décadas se imaginou que esse objeto apenas engolia outros objetos, mas não retornava nada para o espaço, o que contrariaria outras leis. Em 1974, Hawking propôs que no horizonte de eventos, uma espécie de fronteira do buraco negro, partículas escapariam como radiação, o que ficou conhecida como radiação Hawking. Assim, ele evaporaria lentamente até desaparecer.

Essa conclusão acabou encaixando o buraco negro dentro da segunda lei da Termodinâmica, que prevê que a entropia (desordem) de um sistema nunca podia diminuir. Se o buraco só engolisse sem devolver nada, a entropia do Universo estaria comprometida.
Reportagem da revista científica Nature, que comentou o novo estudo de Hawking, lembra que a proposta da radiação gerou outras dúvidas, entre elas a que ficou conhecida como paradoxo da muralha de fogo. O físico Joseph Polchinski, do Instituto Kavli, propôs que, de acordo com a Teoria da Relatividade, se um astronauta tivesse o azar de passar perto do buraco negro, atravessaria sem perceber o horizonte de eventos e seria puxado como um espaguete para dentro do buraco. Mas, argumenta o pesquisador e colegas, pela Mecânica Quântica, a radiação Hawking não se dissiparia simplesmente, mas formaria uma muralha de fogo no entorno do horizonte de eventos. Assim, o astronauta seria queimado.
O problema é que não dá para ser uma coisa ou outra. Apesar de os cientistas não saberem ainda como, para o mundo funcionar, as duas teorias têm de conversar.

Nova teoria. Hawking propôs agora, em artigo no site ArXiv, que, em vez de um horizonte de eventos, haveria um "horizonte aparente", uma superfície que pode capturar a luz, mas também pode mudar de forma por conta de flutuações quânticas, possibilitando que ela escape.

Daí, ele conclui que, nesse sentido, os buracos negros como propostos originalmente não existem. "A ausência de um horizonte de eventos significa que não existem buracos negros no sentido de sistemas dos quais a luz não pode escapar para o infinito", escreveu Hawking no artigo.

Em entrevista à Nature, explicou: "Não há escapatória para um buraco negro na teoria clássica". Entretanto, a Mecânica Quântica "permite que energia e informação escapem de um buraco negro". Para resolver definitivamente o problema, só unificando as teorias, diz. Só que o problema, lembra ele à revista, intriga os cientistas há quase um século. Assim, "a explicação correta permanece um mistério", reconhece.

Fonte: MSN

12 de ago. de 2013

Física Inexplicável - A Teoria do Gato de Schrödinger

Aproveitando que hoje o Google esta fazendo uma homenagem a Erwin Schrödinger, falos falar sobre um dos estudos mais importantes da física, vamos fala do experimento chamado de O Gato de Schrödinger.



Este experimento criado pelo próprio Erwin Schrödinger, mexeu com a cabeça de muita gente na época, e ainda meche até hoje. É uma teoria quase inimaginável para nós seres humanos.


A equação de Erwin Schrödinger é uma das idéias mais estranhas da Física quântica. Trata-se de uma experiência na qual você imagina um gato no papel de cobaia, este gato está vivo e morto ao mesmo tempo! E não estamos falando de espiritismo ou fantasma , mas de mecânica quântica, a área da física que estuda o inexplicável mundo das partículas subatômicas (menores que os átomos). Esta teoria foi concebida pelo físico austríaco. Sua intenção foi de mostrar o estranho comportamento das partículas subatômicas numa situação fácil de ser visualizada. 

Imagine um gato dentro de uma caixa lacrada , depois imagine que se uma única partícula entrasse dentro desta caixa, o gato morreria, se não entrasse, ele continuaria vivo. Normal até aqui.

A história fica maluca mesmo quando analisada de acordo com as leis do mundo subatômico, segundo as quais ambas as possibilidades podem acontecer ao mesmo tempo - deixando o animal simultaneamente vivo e morto. Mas e se um cientista olhasse para dentro da caixa? Ele não veria nada de mais, apenas um gato - vivo ou morto. Isso porque, segundo a física quântica, se houvesse o mínimo de interferência, como uma fonte de luz utilizada para observar o fenômeno, as realidades paralelas do mundo subatômico entrariam em colapso e só veríamos uma delas. Por isso, nem adianta tentar realizar a experiência na prática. Achou difícil entender essa maluquice? Tudo bem, os melhores físicos têm o mesmo problema. "Esse exemplo mostra que ainda não entendemos as implicações mais profundas da mecânica quântica", afirma o holandês Gerardus ’t Hooft, vencedor do Nobel de Física de 1999.

Explicando de forma simples o experimento e seu objetivo.






O experimento mental do Gato de Schrödinger consiste em um gato preso dentro de uma caixa sem transparências, junto a um frasco de veneno e um contador Geiger ligados por relés, e um martelo. O contador Geiger será acionado ou não. Se for, transmitirá movimento através dos relés; o martelo baterá no frasco de veneno quebrando-o e o gato morrerá. Mas se o contador não acionar, o martelo não quebrará o frasco e o gato permanecerá vivo. Esse experimento mental foi proposto por Erwin Schrödinger em 1935 para demonstrar os estados de superposição quântica: só saberemos se o gato está vivo ou morto se abrirmos a caixa, mas se isso for feito, alteraremos a possibilidade do gato estar vivo ou morto. O princípio desta está intrinsecamente ligado ao Princípio da Incerteza de Heisenberg. O estado de superposição quântica acontece quando for desconhecido o estado de um corpo. Se não pudermos identificá-lo, diremos que este corpo está em todos os estados. Não poderíamos inferir, por exemplo, que o gato não está em estado nenhum, já que foi colocado dentro da caixa e sabemos que ele está lá.

2 de ago. de 2013

Física Inexplicável 01 - Viajando no Tempo é Possível ?

O que você acha de pegar um avião e viajar na velocidade da luz, mas quando você descer do avião...

Você descobre que na verdade passou muito mais tempo do que pensava. De acordo com a teoria da relatividade é possível sim viajar no tempo, sem ferir as leis da física. Vamos explicar como isso é possível.

De acordo com a teoria, não existe tempo para a natureza, ou seja, o tempo não existe de acordo com as leis da física. Imagine você entrando em um avião para viajar, você leva um relógio de pulso que marca 12h00min. O avião começa a voar na velocidade da luz ou próxima a esta velocidade durante 3 horas. Quando você descer do avião será 15h00min horas correto? 

Bem de acordo com a lógica do ser humano sim, porem a física não pensa como nós, já que muitas vezes parece que ela não tem lógica alguma. 

Quando você olhar no seu relógio vai marcar 15h00min porem no relógio das pessoas que estavam em terra estará marcando 18h00min, para eles a hora passou bem mais rápido do que para quem estava dentro do avião, ou seja, você viajou para o FUTURO e infelizmente não é possível voltar.


Este estudo faz parte da teoria da relatividade que foi criada por Albert Einstein no século passado. A teoria diz que um corpo em movimento se retarda diante de um corpo parado, isso é muito estranho, é como se as células trabalhassem mais lentamente quando estão respostas a uma velocidade muito acima do normal.

Isso significa que se um homem demorar 1 ano para chegar em outra galáxia usando a velocidade da luz, na verdade para ele a viagem durou apenas 8 ou 9 meses(um pouco menos ou um pouco mais).
  
Parece ser difícil de pensar uma coisa assim, pois foge da nossa compreensão. Mas se pararmos para pensar bem, a vida foge da nossa compreensão, basta saber que o próprio universo é infinito, ou tentar imaginar para onde vão os mortos, ou como funciona a consciência, ou de onde viemos. Isso já nos deixa embaraçosamente embaralhados rsrs.

Bom mas nem tudo e rosas... Você caro leitor que tenha um querido irmão mais novo, já pensou se você pega este avião e viaja durante 1 ano,  ai quando você chega para dar um belo de um abraço no seu irmão "queridinho"(a peste em pessoa) e você descobre que ele é 1 ano mais velho que você.
Você ia ter que aturar ele jogando na sua cara que é o irmão mais velho e ele que comanda agora haha.
Agora já pensou você viajar por 10 anos, e quando voltar, esta mais novo que seu próprio filho?

Bom, calma não entrem em pânico ainda, é muito difícil para o homem criar algo que chegue a velocidade da luz que alcança cerca de 300 Mil km por segundo, mas espero que o homem chegue la logo, pois acredito que um dia chegara.

Deixe sua opinião sobre o assim e diga teria coragem de viajar no tempo?

28 de jul. de 2013

Ciêntistas conseguem congelar a luz por 1 minuto.




Reha Mark/Shutterstock Experiência é o que faltava para criar um repetidor quântico, a peça importante para desenvolver uma internet muito mais rápida baseada na luz.
O fóton da luz não é algo que você pode facilmente congelar ou parar, levando em consideração sua velocidade de 299 792 458 m/s, a maior velocidade que conhecemos no mundo físico. Mas uma mega equipe de cientistas foi extremamente ambiciosa e conseguiu “congelar” a luz por um minuto.

A luz normalmente consegue viaja a pouco menos de impressionantes 300 milhões de metros a cada SEGUNDO. Os cientistas já conseguiram reduzir esta grande velocidade: primeiro eles chegaram a apenas 17 m/s em 1999, e dois anos depois conseguiram pará-la totalmente por uma fração de segundo.

Agora em 2013, uma equipe da Universidade de Darmstadt (Alemanha) conseguiu frear a luz durante um minuto . Mas Como eles fizeram? Bem, não é fácil.

Primeiro, eles pegaram um cristal opaco e dispararam lasers sobre ele, para confundir o estado quântico dos átomos do cristal. Ao criar dois estados quânticos dentro desses átomos, os cientistas puderam deixar esse cristal, que originalmente era opaco, transparente para uma frequência bem definida de luz.


Logo depois, eles novamente dispararam outro feixe de laser nessa frequência. Então a luz penetrou o cristal e, à medida que ele voltava a ficar opaco, o feixe de laser ficou parado dentro dele. O feixe ficou “congelado” por um minuto inteiro; se estivesse livre, ele viajaria até 18 milhões de quilômetros, ou 20 viagens de ida e volta para a Lua.
Curiosamente, os cientistas também conseguiram armazenar – e depois recuperar – uma imagem usando a mesma técnica. O resultado está abaixo: são apenas três listras de luz.

A imagem pode não ser grande coisa, mas é. Afinal, por que “congelar” a luz? Porque isso permite criar memória quântica baseada em luz. E a imagem acima sugere que dados podem ser armazenados em um feixe de luz estacionário.

Este é um truque necessário para fazer algo chamado de repetidor quântico, a peça que falta para criar uma internet verdadeiramente quântica. Se os cientistas puderem usar esta descoberta para criar isto, o futuro da internet ficará muito mais rápido – justamente porque conseguimos desacelerar a luz.

Fonte: MSN

26 de jul. de 2013

FOX TV irá relançar a série ‘Cosmos’

Lembra-se da velha série de TV ‘Cosmos‘, que foi ao lançada na década de 1980 nos EUA e era apresentada pelo saudoso astrônomo Carl Sagan?

Aquela série marcou época e introduziu de forma didática ao cidadão comum, o que os cientistas sabiam sobre o Universo na época.

Agora a rede de TV estadunidense FOX irá relançar a série, com a apresentação de Neil de Grasse Tyson, roteiro de Ann Dryan (viúva de Carl Sagan) e produção de Seth Mac Farlane.

O documentário terá 13 episódios (igual ao original) e estreará em 2014 na FOX.
Assista abaixo o trailer oficial da série, a qual esperamos que seja ainda melhor que a original, se é que isso seja possível:



Fotos: Ovni Hoje

23 de jul. de 2013

USP teria confirmado a eficiência do passe magnetico para cura.

Um estudo desenvolvido recentemente pela USP (Universidade de São Paulo), em conjunto com a Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), comprova que a energia liberada pelas mãos tem o poder de curar qualquer tipo de mal estar.
O trabalho foi elaborado devido às técnicas manuais já conhecidas na sociedade, caso do Johrei, utilizada pela Igreja Messiânica do Brasil e ao mesmo tempo semelhante à de religiões como o Espiritismo, que pratica o chamado “passe”.
Todo o processo de desenvolvimento dessa pesquisa nasceu em 2000, como tema de mestrado do pesquisador Ricardo Monezi, na Faculdade de Medicina da USP. Ele teve a iniciativa de investigar quais seriam os possíveis efeitos da prática de imposição das mãos. “Este interesse veio de uma vivência própria, onde o Reiki (técnica) já havia me ajudado, na adolescência, a sair de uma crise de depressão”, afirmou Monezi, que hoje é pesquisador da Unifesp.
Segundo o cientista, durante seu mestrado foi investigado os efeitos da imposição em camundongos, nos quais foi possível observar um notável ganho de potencial das células de defesa contra células que ficam os tumores. “Agora, no meu doutorado que está sendo finalizado na Unifesp, estudamos não apenas os efeitos fisiológicos, mas também os psicológicos.”
A constatação no estudo de que a imposição de mãos libera energia capaz de produzir bem-estar foi possível porque a ciência atual ainda não possui uma precisão exata sobre esse efeitos. “A ciência chama estas energias de ‘energias sutis’, e também considera que o espaço onde elas estão inseridas esteja próximo às frequências eletromagnéticas de baixo nível”, explicou. As sensações proporcionadas por essas práticas analisadas por Monezi foram a redução da percepção de tensão, do stress e de sintomas relacionados a ansiedade e depressão.“O interessante é que este tipo de imposição oferece a sensação de relaxamento e plenitude. E além de garantir mais energia e disposição”.
Neste estudo do mestrado foram utilizados 60 camundongos. Já no doutorado foram avaliados 44 idosos com queixas de stress.
O processo de desenvolvimento para realizar este doutorado foi finalizado no primeiro semestre do ano passado. Mas a Unifesp está prestes a iniciar novas investigações a respeito dos efeitos do Reiki e práticas semelhantes.
Lembremos que Jesus ao curar sempre estendia as mãos. Religiões Populares Brasileiras também estende as mãos a mais de quatro séculos, descendentes do africanismo. Os egípcios, já usavam esse método bem antes de Cristo. Outras Filosofias como diversas técnicas orientais também aceitam a imposição de mãos sobre o outro. Atualmente Religiões protestantes também praticam.

22 de jul. de 2013

[Video Documentário] - National Geographic Além do Cosmos Mecânica Quântica



Essa é mais uma série de documentários que descorem sobre as descobertas fantásticas feitas pelos físicos, cosmólogos, e pesquisadores das micropartículas.

Esses que são os cientistas MAIS INTELIGENTES, DE QI MAIS ALTO EM TODA A CLASSE CIENTIFICA foram obrigados a admitir que os Ocultistas os Paranormais e psíquicos de todos os tempos estavam certos, existem sim universos paralelos, e dali que vem as almas desencarnadas, é dali que vem os "Deuses" e demônios míticos, e ali que estão os chakras, a consciência, e os poderes da mente. 





Eles [cientistas de QI mais alto] estão tendo de lidar com a oposição de seus colegas de outras áreas cientificas, que possuindo QI bem mais baixo, sendo pessoas muito mais limitadas, acabam por não entender nada. 


Essas descobertas vem a destruir de cima a baixo todos os dogmas dos Materialistas Ateus, a Religião que tem Charles Darwin como seu "Jeová", Carl Sagan como seu "Jesus" e Richard Dawkins como seu atual "Papa", foi completamente demolida, ela já não faz qualquer sentido, por isso mesmo os adeptos dessa religião ficam FURIOSOS com a ciência honesta e lúcida dos físicos, eles querem que os seres mais inteligentes da face da Terra simplesmente ignorem todas as claras evidencias, joguem seus cérebros no lixo, e venham prestar culto a Darwin, "O Grande Profeta e Salvador" do Materialismo/Ateísmo.


Mas lamento por vocês, materialistas/ateus, a ciência de VERDADE está provando em varias frentes, dia após dia, que sua religião é a mais pura INSANIDADE, pior ou mais insana que o cristianismo, islamismo e hinduísmo juntos.


- "A verdade é inalcançável, todavia devemos nos aproximar dela por tentativas". [Karl Popper, filósofo da ciência, sistematizador do método cientifico]


- "...uma importante inovação científica raramente faz seu caminho vencendo gradualmente e convertendo seus oponentes: raramente acontece que 'Saulo' se torne 'Paulo'. O que realmente acontece é que os seus oponentes morrem gradualmente e a geração que cresce está familiarizada com a idéia desde o início..." (Max Planck, The Philosophy of Physics" [A Filosofia da Física], de 1936)


- "Teoria da Evolução não é fato, é alucinação coletiva esquizofrênica com conseqüências patológicas graves". [Bruno G. Moraes]


- "A Teoria da Evolução está sendo maciçamente atacada, assim como as religiões num geral, por que ambas são contra a ciência e a razão.

19 de jul. de 2013

Você sabe o que é o NADA ? O NADA criou você ?

Pergunte a si mesmo. O que é o nada?

O nada é a "causa causal de todas as causas que não foram causadas ainda, mas esperam apenas uma causa para serem causadas".



Pelo que entendemos no que esta escrito ai em cima, o nada nada mais é de que uma coisa que deveria existir mas por algum motivo não existe e jamais irá existir. Então de onde vem a origem do espaço e da vida ? do nada ? Mas como veio do nada se o nada não existe ? E se toda causa tem um efeito como o nada que não exite causou um efeito que gerou a vida se o nada não pode fazer nada ?

De onde vem a causa e efeito da vida se não de algo que já existia ? Pode um vazio criar a vida e o inexistente fazer o universo ? 

Se toda a causa tem um efeito e toda ação tem uma reação, qual foi a ação que criou a reação que gerou a vida? Se toda causa tem um efeito qual foi a causa que criou o efeito que criou a vida ?
Se Deus criou o universo quem criou Deus ?

Pois é, parece que nós seres humanos que nos julgamos inteligentes e superiores a tudo no universo, nada sabemos. Se nem sequer sabemos de onde viemos e nem apara onde vamos, como podemos querer provar a existência e a inexistência de Deus ?

Estas perguntas são tão inexplicáveis que poem em duvida a nossa razão e raciocínio logico, por isso é difícil acreditar que Deus não existe, porem também é contestável a ideia da existência de um Deus pois se ele existe o que veio antes dele ?

11 de jul. de 2013

Físicos encontram evidências de que realidade pode ser uma mera simulação virtual


Será mesmo que somos uma simulação ? Será que os nossos deuses não os seres que criaram nosso mundo virtual ?

Acredite se quiser: Físicos encontram evidências de que a nossa realidade pode ser uma mera simulação virtual. Fazemos nós parte do melhor videogame já criado?
Não, você não leu errado. De acordo com estudiosos cientistas da Universidade de Bonn, certos aspectos do nosso mundo físico são sustentados por elementos que indicam que a nossa realidade pode não ser nada mais do que uma simulação computadorizada.
A ideia de que somos apenas figuras sustentadas por tecnologias e intelectos superiores parece meio absurda, não é mesmo? O fato é que o cientista planetário Rich Terrile (NASA) acredita veementemente na teoria de que nossa vida não é nada mais do que um videogame.
Silas Beane foi o pesquisador que liderou um grupo de físicos que levantou uma hipótese muito interessante. Segundo as pesquisas, a teoria que mais ganha força é a de que somos uma simulação dentro de outra simulação dentro de outra e assim sucessivamente, com um cenário enriquecido em detalhes, que provavelmente se parece muito com a vida dos nossos “criadores”, para dar a impressão de realidade absoluta. Aparentemente, vivemos em um universo artificial e somos incapazes de nos darmos conta desse fato.
Existe uma teoria chamada “Teoria de campo reticulado” (teoria de física contrária à noção de tempo e espaço continuum da qual temos conhecimentos). Os pesquisadores se basearam nessa teoria para lançar a ideia de que uma simulação de computador (ou um videogame, se preferirem) das próprias leis físicas, que em determinado momento parecem contínuas e que seriam obrigatoriamente inseridas em um retículo espacial, uma adição para a simulação na qual podemos estar vivendo neste momento. Esse retículo tridimensional avança em pequenos passos temporais que limitam a quantidade energética que as partículas virtuais possuem dentro do sistema. Em outras palavras, um recurso virtual que impões “limites”, que poderiam ou não existir para os nossos amados e anônimos criadores.
Isso realmente acontece em certos processos de física quântica que envolvem uma grande quantia de energia (nos raios laser, por exemplo, ou em um feixe de elétrons). Esse retículo limita a energia para que as partículas ocupem seu próprio espaço, com um máximo de energia para que nada nesse “sistema” seja menor do que este permite.
“Se o cosmos é uma simulação numérica, deve haver pistas no espectro de raios cósmicos de alta energia” – dizem os teóricos – ou seja, os raios cósmicos viajariam ao longo dos eixos de uma estrutura, de modo que não conseguiríamos vê-los equalizados em todas as direções.
Com a tecnologia atual e os recursos dos quais a humanidade dispõe, não podemos assegurar definitivamente que estes pesquisadores estão certos ou errados, porém somos plenamente capazes de verificar dentro de algum tempo de estudo, como se orienta a estrutura em que o nosso universo foi criado (ou é simulado, se preferirem).
É uma ideia alucinante e um bocado assustadora, porém, os cálculos de Silas Beane e dos outros pesquisadores deixaram lacunas que não podem ser ignoradas. O principal contra-argumento á teoria dos físicos é que o suposto computador que criou todo nosso universo poderia ter sido criado de qualquer maneira, visto que foi desenvolvido por inteligências e tecnologias muito superiores à nossa, de modo que as técnicas se demonstrariam imperceptíveis a nossos nanicos cérebros humanos.
É claro, acreditar ou não nessa teoria vai de cada um. O que você acha?

10 de jul. de 2013

Teorias Inexplicáveis da Física - 02 Teoria do Big Bang



A busca pela compreensão sobre como foi desencadeado o processo que originou o universo atual, proporcionou – e ainda proporciona – vários debates, pesquisas e teorias que possam explicar tal fenômeno. É um tema que desperta grande curiosidade dos humanos desde os tempos mais remotos e gera grandes polêmicas, envolvendo conceitos religiosos, filosóficos e científicos.

Até o momento, a explicação mais aceita sobre a origem do universo entre a comunidade cientifica é baseada na teoria da Grande Explosão, em inglês, Big Bang. Ela apoia-se, em parte, na teoria da relatividade do físico Albert Einstein (1879-1955) e nos estudos dos astrônomos Edwin Hubble (1889-1953) e Milton Humason (1891-1972), os quais demonstraram que o universo não é estático e se encontra em constante expansão, ou seja, as galáxias estão se afastando umas das outras. Portanto, no passado elas deveriam estar mais próximas que hoje, e, até mesmo, formando um único ponto.

A teoria do Big Bang foi anunciada em 1948 pelo cientista russo naturalizado estadunidense, George Gamow (1904-1968) e o padre e astrônomo belga Georges Lemaître (1894-1966). Segundo eles, o universo teria surgido após uma grande explosão cósmica, entre 10 e 20 bilhões de anos atrás. O termo explosão refere-se a uma grande liberação de energia, criando o espaço-tempo.

Até então, havia uma mistura de partículas subatômicas (qharks, elétrons, neutrinos e suas partículas) que se moviam em todos os sentidos com velocidades próximas à da luz. As primeiras partículas pesadas, prótons e nêutrons, associaram-se para formarem os núcleos de átomos leves, como hidrogênio, hélio e lítio, que estão entre os principais elementos químicos do universo.

Ao expandir-se, o universo também se resfriou, passando da cor violeta à amarela, depois laranja e vermelha. Cerca de 1 milhão de anos após o instante inicial, a matéria e a radiação luminosa se separaram e o Universo tornou-se transparente: com a união dos elétrons aos núcleos atômicos, a luz pode caminhar livremente. Cerca de 1 bilhão de anos depois do Big Bang, os elementos químicos começaram a se unir dando origem às galáxias.

Essa é a explicação sistemática da origem do universo, conforme a teoria do Big Bang. Aceita pela maioria dos cientistas, entretanto, muito contestada por alguns pesquisadores. Portanto, a origem do universo é um tema que gera muitas opiniões divergentes, sendo necessária uma análise crítica de cada vertente que possa explicar esse acontecimento.

Teoria 01 - O principio Da Incerteza

Teoria 02 -  A Teoria do Big Bang      Teoria 07 - Teoria

Teoria 03 - Teoria do Big Bang          Teoria 08 - Teoria

Teoria 04 - Teoria das Cordas           Teoria 09 - Teoria

Teoria 05 - Teoria do Mundo Virtual   Teoria 10 - Teoria

Teoria 06 - Teoria das Cordas

5 de jul. de 2013

60 bilhões de planetas podem sustentar vida na Via Láctea

Apesar de apenas cerca de uma dezena de exoplanetas potencialmente habitáveis terem sido detectados até agora, os cientistas dizem que o universo deve ser repleto de mundos alienígenas que podem suportar vida. A Via Láctea pode abrigar 60 bilhões de tais planetas em torno de estrelas anãs vermelhas fracas, uma nova estimativa sugere.
Terra
Com base em dados da sonda Kepler, da NASA, os cientistas previram que deve existir um planeta do tamanho da Terra na zona habitável de cada anã vermelha, o tipo mais comum de estrela em nossa galáxia. Mas um grupo de pesquisadores já dobrou a estimativa depois de considerar como a cobertura de nuvens pode ajudar um planeta a sustentar vida alienígena.
“Nuvens causam o aquecimento, e também o resfriamento”, disse o pesquisador Dorian Abbot, professor de ciências geofísicas da Universidade de Chicago. “Elas refletem a luz solar para esfriar as coisas, e absorvem a radiação infravermelha da superfície para formar um efeito de estufa. Isso ajuda a manter o planeta quente o suficiente para sustentar a vida.”
A zona habitável é definida como a região em que um planeta está na temperatura certa para manter a água líquida em sua superfície, que se acredita ser um requisito para a vida como a conhecemos. Se um planeta está muito longe de sua estrela, sua água congela. Se muito perto, a água vaporiza. Uma vez que as anãs vermelhas são mais escuras e mais frias do que o nosso Sol, sua zona habitável é muito mais aconchegante do que a zona habitável do nosso sistema solar.
Com uma órbita confortável, um planeta habitável em torno de uma anã vermelha pode ser gravitacionalmente bloqueado, o que significa que ele sempre tem um lado voltado para a sua estrela, assim como a face da lua está voltada para a Terra. Este lado jamais veria a noite.
No novo estudo, os pesquisadores usaram simulações em 3D para modelar a maneira como o ar e a umidade se movem ao longo de um planeta gravitacionalmente travado em torno de uma anã vermelha. A equipe descobriu que a água da superfície resultaria em nuvens de água. Além do mais, as nuvens altamente refletivas iriam se formar no ponto onde é sempre meio-dia. Isso teria um efeito de resfriamento no anel interno da zona habitável, ou seja, os planetas não seriam capazes de sustentar a água em suas superfícies se estiverem muito perto de sua estrela, dizem os pesquisadores.
A descoberta pode dar aos cientistas uma nova maneira de confirmar a presença de água em estado líquido na superfície de planetas alienígenas com o Telescópio Espacial James Webb (JWST), um novo observatório espacial com lançamento previsto para 2018.
“Se você olhar para o Brasil ou para a Indonésia com um telescópio infravermelho no espaço, eles podem parecer lugares frios, e isso é porque você está vendo uma camada de nuvens”, disse Cowan. “Essa camada está em alta altitude, e é extremamente frio lá em cima.”
O mesmo pode ser verdade em um exoplaneta habitável, com uma cobertura de nuvens altamente reflexiva, dizem os pesquisadores. Se o JWST detectar um sinal frio semelhante sobre o lado diurno de um mundo alienígena, Abade disse, “é quase definitivamente sinal da existência de nuvens, e é uma confirmação de que você tem água líquida na superfície.” [Space]


FONTE: http://misteriosdomundo.com/60-bilhoes-de-planetas-podem-sustentar-vida-na-via-lactea#ixzz2YB2uqtR5

Antimatéria, matéria escura e energia escura: 3 grandes mistérios da cosmologia


Desde a época de Galileu, a ciência vem avançando cada vez mais e a cada dia surgem novas descobertas nos mais diversos campos da ciência. No entanto, a cada nova descoberta, principalmente no campo da cosmologia, surgem mais perguntas, e novos mistérios a serem resolvidos. Nesse artigo, vamos falar sobre os maiores desafios que os cientistas tem pela frente.

Antimatéria

Todas as partículas possuem sua antipartícula. Por exemplo, a antipartícula do nêutron é o antinêutron e a do próton é o antipróton. A diferença básica entre a partícula e antipartícula é que a carga elétrica das antipartículas são contrárias da partículas, mas possuem a mesma massa e rotação.

Antimatéria
Quanta uma antipartícula entra em contato com uma partícula, eles se aniquilam instantaneamente, virando energia. Para todo o lado que olhamos no universo, só enxergamos a matéria, e vez ou outra surge uma partícula de antimatéria, como nos aceleradores de partículas. Não existem antiplanetas ou antipessoas, só existe a matéria em sua forma convencional.
Após o Big Bang, o universo era pura energia, e teoricamente, deveria ter formado partículas iguais de matéria e antimatéria. Mas obviamente isso não aconteceu, senão você ou qualquer outra coisa feita de matéria (ou antimatéria) não existiria. O universo seria um vasto campo de energia, muito monótono, sem capacidade para criar estrelas ou planetas.
E entender porque a matéria prevaleceu sobre a antimatéria é um dos maiores enigmas da ciência. Para cada 1 bilhão de partículas de antimatéria, surgem 1 bilhão e 1 partículas de matéria. Ou seja, temos 2 bilhões de partículas mortas, mas uma sobreviveu e pôde dar continuidade no processo de desenvolvimento do universo.

Matéria escura

Galáxias
Pouco se sabe sobre essa misteriosa matéria e entendê-la é outro grande objetivo dos físicos atualmente. A existência da matéria escura é fundamental para explicar o comportamento das galáxias e aglomerados galácticos.
É uma matéria invisível, mas que pode ser observada pela força gravitacional que exerce sobre os grandes corpos celestes. De acordo com os cientistas, aproximadamente 5% do universo é composto pela matéria convencional. Cerca de 22% do universo é composto por uma matéria totalmente incomum, onde não residem prótons, elétrons ou essas partículas que você já deve conhecer: a matéria escura.

Energia escura

Matéria e energia escura
Mas e o restante da matéria do universo? Sim, o universo é composto principalmente pela energia escura (cerca de 73%), que assim como a matéria escura, é um grande mistério. O universo está se expandindo, e cada vez mais rápido (leia “A Expansão do Universo“). E isso só pode ser explicado pela energia escura, que segundo algumas teorias, é uma espécie de gravidade repulsiva, o oposto da gravidade (que é atrair as coisas menos massivas para as mais massivas: leia “Como funciona a gravidade”), causando a expansão cósmica e afastando as galáxias e grandes astros uns dos outros.
Essa ideia vem dos tempos de Einstein. O cientista mais famoso do mundo criou uma constante cosmológica, uma força oposta a gravidade, que impedia que planetas, estrelas e galáxias se colidissem uns com os outros por causa da gravidade.
Então o universo só pararia se expandir caso a energia escura viesse a não cumprir mais seu papel, mas por enquanto, não vem dando nem sinais disso, já que o universo está se expandindo mais rápido que a luz.
E você leitor, acredita que em breve esses mistérios possam ser solucionados? Não deixe de comentar!


FONTE: http://misteriosdomundo.com/antimateria-materia-escura-e-energia-escura-3-grandes-misterios-da-cosmologia#ixzz2YB1dwVNc 

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