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Você sabe o que é o NADA ? O NADA criou você ?

O nada é a "causa causal de todas as causas que não foram causadas ainda, mas esperam apenas uma causa para serem causadas".

Teorias Inexplicáveis - 3 Princípio da Incerteza de Heisenberg

Isso promete mecher com os seu pensamento e com a sua razão. Leia e tente intender uma das teorias mais estranhas e incriveis da Física.

Verdade ou Mito ? Viagem Astral. Passagem para Outra Dimenção?

Também chamada de projeção astral, desdobramento, viagem astral, experiência fora do corpo, viagem extra corpórea. Pessoa que dizem ir para outra dimensão...

Teorias - 01 Antigos Astronautas

Alienigenas do Passado ou Peleocontato, consiste na proposição que seres extraterrestres visitaram a Terra na antiguidad...

Física Inexplicável 02 - Telepátia da Mecânica Quântica

Sera que podemos nos comunicar através de pensamento ? Você já teve a impressão de estar sentindo que algo irá acontecer, ou ter a sensação de que alguém esta se aproximando ?

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23 de mar. de 2015

A Farsa do Aquecimento Global ?

Real ou Farsa ? Aquecimento gobal é um dos assuntos mais discutidos no mundo de hoje, mas a quem diga que não paça de  uma farça.


Abaixo segue carta completa enviada por cientistas brasileiros falando sobre o aquecimento global.
Esta carta foi feita em 2012 durante a epoca que foi realizado no brasil o Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas (RIO + 20).







Mudanças climáticas: hora de se recobrar o bom senso

São Paulo, 14 de maio de 2012

Exma. Sra.
Dilma Vana Rousseff
Presidenta da República Federativa do Brasil

Excelentíssima Senhora Presidenta:

Em uma recente reunião do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas, a senhora afirmou, oportunamente, que a fantasia não tem lugar nas discussões sobre um novo paradigma de crescimento – do qual a Humanidade necessita, de fato, para proporcionar a extensão dos benefícios do conhecimento a todas as sociedades do planeta. Com igual propriedade, a senhora assinalou, também, que o debate sobre o desenvolvimento sustentado precisa ser pautado pelo direito dos povos ao progresso, com o devido fundamento científico.

Assim sendo, permita-nos complementar tais formulações, observando que as discussões sobre o tema central da agenda ambiental, as mudanças climáticas, têm sido pautadas, predominantemente, por motivações ideológicas, políticas, econômicas e acadêmicas restritas. Isto as têm afastado, não apenas dos princípios basilares da prática científica, como também dos interesses maiores das sociedades de todo o mundo, inclusive a brasileira. Por isso, apresentamos-lhe as considerações a seguir.

1) Não há evidências físicas da influência humana no clima global:

A despeito de todo o sensacionalismo a respeito, não existe qualquer evidência física observada no mundo real, que permita demonstrar que as mudanças climáticas globais, ocorridas desde a Revolução Industrial do século XVIII, sejam anômalas em relação às ocorridas anteriormente, no passado histórico e geológico – anomalias que, se ocorressem, caracterizariam a influência humana.

Todos os prognósticos que indicam elevações exageradas das temperaturas e dos níveis do mar, nas décadas vindouras, além de outros efeitos negativos atribuídos ao lançamento de compostos de carbono de origem humana (antropogênicos) na atmosfera, baseiam-se em projeções de modelos matemáticos, que constituem apenas simplificações limitadas do sistema climático – e, portanto, não deveriam ser usados para fundamentar políticas públicas e estratégias de longo alcance e com grandes impactos socioeconômicos de âmbito global.

A influência humana no clima restringe-se às cidades e seus entornos, em situações específicas de calmarias, sendo esses efeitos bastante conhecidos, mas sem influência em escala planetária. Para que a ação humana no clima global ficasse demonstrada, seria preciso que, nos últimos dois séculos, estivessem ocorrendo níveis inusitadamente altos de temperaturas e níveis do mar e, principalmente, que as suas taxas de variação (gradientes) fossem superiores às verificadas anteriormente.

O relatório de 2007 do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) registra que, no período 1850-2000, a temperatura média global aumentou 0,74oC, e que, entre 1870 e 2000, os níveis do mar subiram 0,2 m.

Ora, ao longo do Holoceno, a época geológica correspondente aos últimos 12.000 anos em que a Civilização tem existido, houve diversos períodos com temperaturas mais altas que as atuais. No Holoceno Médio, há 6.000-8.000 anos, as temperaturas médias chegaram a ser 2oC a 3oC superiores às atuais, enquanto os níveis do mar atingiram até 3 metros acima do atual. Igualmente, nos períodos quentes conhecidos como Minoano (1500-1200 a.C.), Romano (séc. VI a.C.-V d.C.) e Medieval (séc. X-XIII d.C.), as temperaturas foram mais de 1oC superiores às atuais.

Quanto às taxas de variação desses indicadores, não se observa qualquer aceleração anormal delas nos últimos dois séculos. Ao contrário, nos últimos 20.000 anos, desde o início do degelo da última glaciação, houve períodos em que os gradientes das temperaturas e dos níveis do mar chegaram a ser uma ordem de grandeza superiores aos verificados desde o século XIX.

Entre 12.900 e 11.600 anos atrás, no período frio denominado Dryas Recente, as temperaturas caíram cerca de 8oC em menos de 50 anos e, ao término dele, voltaram a subir na mesma proporção, em pouco mais de meio século.

Quanto ao nível do mar, ele subiu cerca de 120 metros, entre 18.000 e 6.000 anos atrás, o que equivale a uma taxa média de 1 metro por século, suficientemente rápida para impactar visualmente as gerações sucessivas das populações que habitavam as margens continentais. No período entre 14.650 e 14.300 anos atrás, a elevação foi ainda mais acelerada, atingindo cerca de 14 metros em apenas 350 anos – média de 4 metros por século.

Tais dados representam apenas uma ínfima fração das evidências proporcionadas por, literalmente, milhares de estudos realizados em todos os continentes, por cientistas de dezenas de países, devidamente publicados na literatura científica internacional. Desafortunadamente, é raro que algum destes estudos ganhe repercussão na mídia, quase sempre mais inclinada à promoção de um alarmismo sensacionalista e desorientador.


Por conseguinte, as variações observadas no período da industrialização se enquadram, com muita folga, dentro da faixa de oscilações naturais do clima e, portanto, não podem ser atribuídas ao uso dos combustíveis fósseis ou a qualquer outro tipo de atividade vinculada ao desenvolvimento humano.

2) A hipótese “antropogênica” é um desserviço à ciência:

A boa prática científica pressupõe a busca permanente de uma convergência entre hipóteses e evidências. Como a hipótese do aquecimento global antropogênico (AGA) não se fundamenta em evidências físicas observadas, a insistência na sua preservação representa um grande desserviço à Ciência e à sua necessária colocação a serviço do progresso da Humanidade.

A História registra numerosos exemplos dos efeitos nefastos do atrelamento da Ciência a ideologias e outros interesses restritos. Nos países da antiga URSS, as Ciências Agrícolas e Biológicas ainda se ressentem das consequências do atraso de décadas provocado pela sua subordinação aos ditames e à truculência de Trofim D. Lysenko, apoiado pelo ditador Josef Stálin e seus sucessores imediatos, que rejeitava a Genética, mesmo diante dos avanços obtidos por cientistas de todo o mundo, inclusive na própria URSS, por considerá-la uma “ciência burguesa e antirrevolucionária”. O empenho na imposição do AGA, sem as devidas evidências, equivale a uma versão atual do “lysenkoísmo”, que tem custado caro à Humanidade, em recursos humanos, técnicos e econômicos desperdiçados com um problema inexistente.

Ademais, ao conferir ao dióxido de carbono (CO2) e outros gases produzidos pelas atividades humanas o papel de principais protagonistas da dinâmica climática, a hipótese do AGA simplifica e distorce um processo extremamente complexo, no qual interagem fatores astrofísicos, atmosféricos, oceânicos, geológicos, geomorfológicos e biológicos, que a Ciência apenas começa a entender em sua abrangência.

Um exemplo dos riscos dessa simplificação é a possibilidade real de que o período até a década de 2030 experimente um considerável resfriamento, em vez de aquecimento, devido ao efeito combinado de um período de baixa atividade solar e de uma fase de resfriamento do oceano Pacífico (Oscilação Decadal do Pacífico-ODP), em um cenário semelhante ao verificado entre 1947 e 1976. Vale observar que, naquele intervalo, o Brasil experimentou uma redução de 10-30% nas chuvas, o que acarretou problemas de abastecimento de água e geração elétrica, além de um aumento das geadas fortes, que muito contribuíram para erradicar o café no Paraná. Se tais condições se repetirem, o País poderá ter sérios problemas, inclusive, nas áreas de expansão da fronteira agrícola das regiões Centro-Oeste e Norte e na geração hidrelétrica (particularmente, considerando a proliferação de reservatórios “a fio d’água”, impostos pelas restrições ambientais).

A propósito, o decantado limite de 2oC para a elevação das temperaturas, que, supostamente, não poderia ser superado e tem justificado todas as restrições propostas para os combustíveis fósseis, em âmbito internacional, também não tem qualquer base científica: trata-se de uma criação “política” do físico Hans-Joachim Schellnhuber, assessor científico do governo alemão, como admitido por ele próprio, em uma entrevista à revista Der Spiegel (17/10/2010).

3) O alarmismo climático é contraproducente:

As mudanças constituem o estado permanente do sistema climático – pelo que a expressão “mudanças climáticas” chega a ser redundante. Por isso, o alarmismo que tem caracterizado as discussões sobre o tema é extremamente prejudicial à atitude correta necessária diante dos fenômenos climáticos, que deve ser orientada pelo bom senso e pelo conceito de resiliência, em lugar de submeter as sociedades a restrições tecnológicas e econômicas absolutamente desnecessárias.

No caso, resiliência significa a flexibilidade das condições físicas de sobrevivência e funcionamento das sociedades, além da capacidade de resposta às emergências, permitindo-lhes reduzir a sua vulnerabilidade às oscilações climáticas e outros fenômenos naturais potencialmente perigosos. Tais requisitos incluem, por exemplo, a redundância de fontes alimentícias (inclusive a disponibilidade de sementes geneticamente modificadas para todas as condições climáticas), capacidade de armazenamento de alimentos, infraestrutura de transportes, energia e comunicações e outros fatores.

Portanto, o caminho mais racional e eficiente para aumentar a resiliência da Humanidade, diante das mudanças climáticas inevitáveis, é a elevação geral dos seus níveis de desenvolvimento e progresso aos patamares permitidos pela Ciência e pela Tecnologia modernas.

Além disso, o alarmismo desvia as atenções das emergências e prioridades reais. Um exemplo é a indisponibilidade de sistemas de saneamento básico para mais da metade da população mundial, cujas consequências constituem, de longe, o principal problema ambiental do planeta. Outro é a falta de acesso à eletricidade, que atinge mais de 1,5 bilhão de pessoas, principalmente na Ásia, África e América Latina.

No Brasil, sem mencionar o déficit de saneamento, grande parte dos recursos que têm sido alocados a programas vinculados às mudanças climáticas, segundo o enfoque da redução das emissões de carbono, teria uma destinação mais útil à sociedade se fosse empregada na correção de deficiências reais, como: a falta de um satélite meteorológico próprio (de que dispõem países como a China e a Índia); a ampliação e melhor distribuição territorial da rede de estações meteorológicas, inferior aos padrões recomendados pela Organização Meteorológica Mundial, para um território com as dimensões do brasileiro; o aumento do número de radares meteorológicos e a sua interligação aos sistemas de defesa civil; a consolidação de uma base nacional de dados climatológicos, agrupando os dados de todas as estações meteorológicas do País, boa parte dos quais sequer foi digitalizada; e numerosas outras.

4) A “descarbonização” da economia é desnecessária e economicamente deletéria:

Uma vez que as emissões antropogênicas de carbono não provocam impactos verificáveis no clima global, toda a agenda da “descarbonização” da economia, ou “economia de baixo carbono”, se torna desnecessária e contraproducente – sendo, na verdade, uma pseudo-solução para um problema inexistente. A insistência na sua preservação, por força da inércia do status quo, não implicará em qualquer efeito sobre o clima, mas tenderá a aprofundar os seus numerosos impactos negativos.

O principal deles é o encarecimento desnecessário das tarifas de energia e de uma série de atividades econômicas, em razão de: a) os pesados subsídios concedidos à exploração de fontes energéticas de baixa eficiência, como a eólica e solar – ademais, inaptas para a geração elétrica de base (e já em retração na União Europeia, que investiu fortemente nelas); b) a imposição de cotas e taxas vinculadas às emissões de carbono, como fizeram a União Europeia, para viabilizar o seu mercado de créditos de carbono, e a Austrália, sob grande rejeição popular; c) a imposição de medidas de captura e sequestro de carbono (CCS) a várias atividades.

Os principais beneficiários de tais medidas têm sido os fornecedores de equipamentos e serviços de CCS e os participantes dos intrinsecamente inúteis mercados de carbono, que não têm qualquer fundamento econômico real e se sustentam tão-somente em uma demanda artificial criada sobre uma necessidade inexistente. Vale acrescentar que tais mercados têm se prestado a toda sorte de atividades fraudulentas, inclusive no Brasil, onde autoridades federais investigam contratos de carbono ilegais envolvendo tribos indígenas, na Amazônia, e a criação irregular de áreas de proteção ambiental para tais finalidades escusas, no estado de São Paulo.

5) É preciso uma guinada para o futuro:

Pela primeira vez na História, a Humanidade detém um acervo de conhecimentos e recursos físicos, técnicos e humanos, para prover a virtual totalidade das necessidades materiais de uma população ainda maior que a atual. Esta perspectiva viabiliza a possibilidade de se universalizar – de uma forma inteiramente sustentável – os níveis gerais de bem-estar usufruídos pelos países mais avançados, em termos de infraestrutura de água, saneamento, energia, transportes, comunicações, serviços de saúde e educação e outras conquistas da vida civilizada moderna. A despeito dos falaciosos argumentos contrários a tal perspectiva, os principais obstáculos à sua concretização, em menos de duas gerações, são mentais e políticos, e não físicos e ambientais.

Para tanto, o alarmismo ambientalista, em geral, e climático, em particular, terá que ser apeado do seu atual pedestal de privilégios imerecidos e substituído por uma estratégia que privilegie os princípios científicos, o bem comum e o bom senso.

A conferência Rio+20 poderá ser uma oportuna plataforma para essa necessária reorientação.


Kenitiro Suguio

Geólogo, Doutor em Geologia

Professor Emérito do Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo (USP)

Membro titular da Academia Brasileira de Ciências


Luiz Carlos Baldicero Molion

Físico, Doutor em Meteorologia e Pós-doutor em Hidrologia de Florestas

Pesquisador Sênior (aposentado) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)

Professor Associado da Universidade Federal de Alagoas (UFAL)


Fernando de Mello Gomide

Físico, Professor Titular (aposentado) do Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA)

Co-autor do livro Philosophy of Science: Brief History (Amazon Books, 2010, com Marcelo Samuel Berman)


José Bueno Conti

Geógrafo, Doutor em Geografia Física e Livre-docente em Climatologia
Professor Titular do Departamento de Geografia da Universidade de São Paulo (USP)
Autor do livro Clima e meio ambiente (Atual, 2011)


José Carlos Parente de Oliveira

Físico, Doutor em Física e Pós-doutor em Física da Atmosfera

Professor Associado (aposentado) da Universidade Federal do Ceará (UFC)

Professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE)


Francisco Arthur Silva Vecchia

Engenheiro de Produção, Mestre em Arquitetura e Doutor em Geografia

Professor Associado do Departamento de Hidráulica e Saneamento da Escola de Engenharia de São Carlos–USP

Diretor do Centro de Recursos Hídricos e Ecologia Aplicada (CRHEA)


Ricardo Augusto Felicio

Meteorologista, Mestre e Doutor em Climatologia

Professor do Departamento de Geografia da Universidade de São Paulo (USP)


Antonio Jaschke Machado

Meteorologista, Mestre e Doutor em Climatologia

Professor do Departamento de Geografia da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP)


João Wagner Alencar Castro

Geólogo, Mestre em Sedimentologia e Doutor em Geomorfologia

Professor Adjunto do Departamento de Geologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

Chefe do Departamento de Geologia e Paleontologia do Museu Nacional/UFRJ


Helena Polivanov

Geóloga, Mestra em Geologia de Engenharia e Doutora em Geologia de Engenharia e Ambiental

Professora Associada do Departamento de Geologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)


Gustavo Macedo de Mello Baptista

Geógrafo, Mestre em Tecnologia Ambiental e Recursos Hídricos e Doutor em Geologia

Professor Adjunto do Instituto de Geociências da Universidade de Brasília (UnB)

Autor do livro Aquecimento Global: ciência ou religião? (Hinterlândia, 2009)


Paulo Cesar Soares

Geólogo, Doutor em Ciências Geológicas e Livre-docente em Estratigrafia

Professor Titular da Universidade Federal do Paraná (UFPR)


Gildo Magalhães dos Santos Filho

Engenheiro eletrônico, Doutor em História Social e Livre-docente em História da Ciência e Tecnologia

Professor Associado do Departamento de História da Universidade de São Paulo (USP)


Paulo Cesar Martins Pereira de Azevedo Branco

Geólogo, Pesquisador em Geociências (B-sênior) do Serviço Geológico do Brasil – CPRM


Daniela de Souza Onça

Geógrafa, Mestra e Doutora em Climatologia

Professora da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC)


Marcos José de Oliveira
Engenheiro Ambiental, Mestre em Engenharia Ambiental e Climatologia Aplicada
Doutorando em Geociências Aplicadas na Universidade de Brasília (UnB)

Geraldo Luís Saraiva Lino

Geólogo, coeditor do sítio Alerta em Rede

Autor do livro A fraude do aquecimento global: como um fenômeno natural foi convertido numa falsa emergência mundial (Capax Dei, 2009)


Maria Angélica Barreto Ramos

Geóloga, Pesquisadora em Geociências (Sênior) do Serviço Geológico do Brasil – CPRM

21 de mai. de 2014

OVINI CAIU NA CHINA SERÁ MESMO ?

Objeto tinha um diâmetro de 70 centímetros e pesava cerca de 40 kg

Moradores de Heilongjiang, na China, registraram a presença de três Óvnis (objetos voadores não identificados) sobrevoando o céu da província, na última sexta-feira. Um deles caiu sob a horta de um morador local.

De acordo com o site de notícias “Chinanews.com”, antes da queda desse Óvni, os moradores de Heilongjiang ouviram um grande barulho. Em seguida, pôde ser vista uma grande bola de fogo caindo do céu e indo direto para uma plantação.

Os moradores se aproximaram do local da queda e tiraram fotos do objeto. Tratava-se de uma bola de metal com alguns danos na sua estrutura.

Segundo informações da “China Central Television”, o objeto tinha um diâmetro de 70 centímetros e pesava cerca de 40 kg. O local da queda foi isolado e há uma investigação do ocorrido em andamento.

Vejam as fotos :










Assista o vídeo :



Fonte: http://www.esquadraovni.com.br/2014/05/ovni-ufo-cai-e-assusta-moradores-de.html#ixzz32OgrgWtC

29 de jan. de 2014

Grandes Mistérios da Arqueologia Humana Parte 01

A Nave de Toprakkale



Este é um achado impressionante, este objeto tem a aparência de uma nave espacial tripulada, ele foi encontrado nas ruínas da antiga Tusp, atual Toprakale (Turquia). Sua idade é estimada em cerca de 3000 anos. É possível distinguir claramente o cockpit com o piloto dentro da nave (que está faltando a cabeça) e um sistema de propulsão traseira.

A Tumba de Pacal Votan Maia



Este é um corpo estranho encontrado dentro da tumba Maia de Pacal Votan. Este achado é singularmente enigmático e incrível, que nem as proporções, nem as características físicas são compatíveis com os antigos maias. O esqueleto mostra uma constituição forte de grande porte que difere com as proporções das populações indígenas. Os traços do rosto da múmia representam um detalhe misterioso, com poucas expressões indígenas e uma longa ponte nasal estendendo para a testa.

Astronauta Colombiano



Uma escultura colombiana mostrando um homem de características não-indígenas, com um capacete espacial. À direita a imagem de um astronauta do programa espacial soviético. Notem nas espantosas semelhanças.

O Martelo Texas Hammer




O Hammer of Texas, atualmente localizado no Museu de Somerwell, foi encontrado no Texas, EUA, em 1934. Os estudos remontam a esse objeto com uma idade de 140 milhões de anos. O ferro com que foi construído é de grande pureza e isso só é possível com os avanços da tecnologia moderna. Além da análise do carbono-14, ele é petrificado, demonstrando a sua remota antiguidade. Certamente foi deixado pra trás por um antigo estrangeiro espacial.

Graffiti de Lussac les Chateaux


Em Lussac-les-Chateaux, na França, descobriram em 1937 umas pinturas pré- históricas com mais de 15.000 anos atrás. O que mais espanta, e que nelas aparecem dinossauros, homens, mulheres e crianças que se vestem como nós, roupas, sapatos, chapéus e óculos de sol. No entanto, para a história oficial, nunca os dinossauros tenham vivido com humanos, e nem teria existido esses objetos modernos ​​para os seres humanos de 15.000 anos atrás!

O Crânio de Broken Hill



O crânio de Broken Hill é uma descoberta misteriosa, que pode ser vista no Museu de História Natural, em Londres. Este é um crânio que tem confundido a todos os peritos que tentaram estudá-lo. Ele mostra o claro impacto de uma arma de fogo, mas estudos indicam que o crânio tem mais de 40 mil anos!

As Figuras de Acambaro


As Figuras de Acambaro são uma coleção de mais de 32.000 peças descobertas no México, que parecem representar dinossauros, animais extintos e as culturas do velho continente . Testes do carbono-14 foram submetidos a estas relíquias, eles estimam uma idade de 6000 anos. 
Como poderia a 6000 anos atrás haver dinossauros?




O Astronauta de Palenque


O Astronauta de Palenque, no México. Nesta foto você pode ver claramente o Deus Pacal, olhando através de um visor, tem uma espécie de alça em sua mão esquerda e tem o pé direito apoiado sobre um pedal, com uma turbina nas costas. Incontroversos elementos de um foguete, existentes antes mesmo da América ser descoberta.


O Astronauta de Kiev



Um astronauta em uma estátua em Kiev Plate, com 2.000 anos de idade, usando um terno estranho de metal e capacete.


1 de ago. de 2013

Manuscrito encontrado dentro de garrafa diz que existe uma maquina do tempo


O Manuscrito na garrafa foi assinado por João Turin, encontrado próximo ao pé de estátua feita por ele mesmo em na cidade de Curitiba, diz que existe uma cápsula do tempo.

Restauradores da Fundação Cultural de Curitiba (FCC) descobriram, na manhã desta quinta-feira (1º), o objeto que havia dentro da garrafa encontrada por debaixo da estátua de Tiradentes, na praça de mesmo nome (no centro), na capital Curitiba, há uma semana.

Além da garrafa com um manuscrito assinado por João Turin, escultor da estátua, também foi achado uma moeda de 100 réis, com data de 1924, e pelo menos outras duas pessoas, aponta a existência de uma "cápsula do tempo", que estaria escondida em outro local na mesma praça.

A estátua foi instalada na Praça Tiradentes, o marco zero da capital paranaense, em 1927, e removida do local original poucos anos depois.


Segundo o manuscrito, essa nova "cápsula do tempo" contém a primeira página do jornal "O Dia" de 21 de abril de 1927 --Dia de Tiradentes--, algumas moedas de níquel e cobre e uma ata com assinaturas de diversas autoridades.
A prefeitura do local afirmou que vai analisar formas de encontrar a nova garrafa, mas não apontou prazo para isso.

A revelação do conteúdo da garrafa aconteceu no Ateliê João Turin, com representantes da FCC, o gestor do projeto de restauração das obras de Turin, Maurício Appel, e o proprietário do acervo do artista, Samuel Ferrari Lago.
Agora o manuscrito e a moeda serão higienizador e ficarão em poder da FCC.

A escultura de Tiradentes, feita pelo paranaense João Turin (1878-1949), está sendo restaurada pelo escultor Elvo Benito Damo e deve retornar à praça em 60 dias.


Já pensou se realmente for real? Difícil imaginar isso, não sei por qual motivo João Turin fez isso, mas espero que a sejam encontradas mas pistas sobre o assunto.
 


A íntegra do manuscrito dizia: “Declaração”.

25 de jul. de 2013

[Vídeo] Arqueólogos podem ter descoberto recentemente piramides nas Antártida.

Pirâmides na Antártida?Nos últimos dias começou a ganhar voz, com força e insistência, a notícia da suposta descoberta de pirâmides na Antártida. Apesar de a informação não ter sido confirmada ou desmentida por nenhuma fontes oficial, muitos websites têm feito eco a esta possibilidade com a divulgação de algumas imagens que apontam para a veracidade desta versão. Pelas fotos, é possível observar estruturas piramidais no continente gelado, algumas delas obtidas pelo Programa Integrado de Perfuração Oceânica (Integrated Ocean Drilling Program), um projeto internacional de exploração submarina.
Várias hipóteses foram formuladas em torno destas imagens, como a de que a Antártida pode ter oferecido um clima favorável para o desenvolvimento de uma civilização há milhares de anos e que, agora, poderíamos começar a encontrar vestígios disso. Além disso, há também a especulação de que haveria existido o contato de seus habitantes com os de outros lugares do mundo antigo, como México, Egito, Indonésia, e demais localidades onde foram, recentemente, encontradas outras construções, como na Bósnia.
Ainda falta, certamente, uma confirmação deste feito na Antártida, o que seria uma revelação sem precedentes para o estudo da história da humanidade, mesmo que a afirmação deste fato pareça algo distante. De qualquer maneira, real ou não, isso coloca à vista o que poderia ser imaginado neste momento e confirma que o continente gelado da Terra é um dos lugares mais misteriosos do nosso planeta e que gera imensa curiosidade, assim como as pirâmides, cuja construção ainda é um dos mais poderosos enigmas da história.


Fonte: History Channel

11 de jul. de 2013

Teorias - 01 Antigos Astronautas

Antigos Astronautas

A Teoria chamada de Antigos Astronautas, Alienigenas do Passado ou Peleocontato, consiste na proposição que seres extraterrestres visitaram a Terra na antiguidade e fizeram contato com os humanos.

Os proponentes sugerem que as divindades são seres extraterrestres, e sua tecnologia empregada em um passado remoto foram tomadas como prova de sua condição divina. Segundo os estudiosos, esse contato influenciou o desenvolvimento humano: cultural, tecnológico, biológico e religoso.

Estas propostas foram popularizadas por autores na segunda metade do século XX como: Erich Von Däniken, Robert Temple, Zecharia Sitchin, Giorgio A. Tsoukalos, Robert Bauval, Charles Fort, W. Raymond Drake, William Bramley, David Hatcher Childress, Robert Charroux e Graham Hancock.

Segundo eles, os seres humanos são descendentes ou criação de uma civilização avançada (ou várias) de seres extraterrestres que desembarcaram em nosso planeta há milhares de anos. Os defensores da teoria também acreditam que muitas das construções megalíticas antigas tiveram auxílio dos visitantes.

Os defensores argumentam que a teoria dos astronautas antigos preenche lacunas em registros históricos e arqueológicos, e também defendem que as explicações ausentes ou incompletas nestes contextos apontariam para a existência de antigos astronautas. Artefatos arqueológicos anacrônicos, ou além das capacidades técnicas das presumíveis culturas históricas, são grandes evidências que apoiam os pesquisadores.

Outro grande apoio da teoria é Francis Crick, o co-descobridor da estrutura em dupla hélice do DNA, que acreditava firmemente no que ele chamou de panspermia, o conceito de que a Terra foi "semeada" com a vida, provavelmente na forma de algas azuis, por espécies extraterrestres inteligentes, com a finalidade de assegurar a continuidade da vida.

Os defensores citam mitologias antigas para apoiar seus pontos de vista com base na idéia de que antigos mitos da criação, de deuses que descem do céu para a Terra, para criar ou instruir a humanidade são realmente representações de visitantes extraterrestres, cuja tecnologia superior fizeram-nos recebidos como deuses. Façamos uma analogia com ocorrências em tempos modernos, quando as culturas isoladas foram expostas à tecnologia ocidental, como no início do século 20, onde foram descobertos no Pacífico Sul culturas que acreditavam que vários navios ocidentais e suas cargas foram enviadas pelos deuses, como cumprimento das profecias sobre o seu retorno.


As evidências arqueológicas


Pinturas antigas de Val Camonica , Itália

Tampa do sarcófago de Pakal o grande, que de acordo com Von Däniken representa um "antigo astronauta" ascendente para as estrelas em sua nave espacial.

Selo Mesopotâmico

Hieróglifos em Abidos, no Egito

A Dogu estatueta do Japão (datado de 1000-400 aC).

Rama está sendo recebido de volta para Ayodhya , em seu "carro voador"; alguns teóricos antigos astronautas afirmam como prova para veículos voadores na antiguidade antiga

A Visão de ezequiel

Comparação de alguns pictogramas Urais às modernas fórmulas estruturais de diversos compostos químicos (de acordo com pesquisador russo Vladimir Avinsky)

Wondjina arte rupestre do Kimberley , Austrália

                                                              "O Astronauta" - um grande geoglifo próximo as Linhas de Nazca

Ahu Tongariki perto de Rano Raraku

Crânio artificialmente alongado - Nazca, no Museu Regional de Ica, no Peru

Construções similares em diferentes continentes, que segundo a história oficial, não tinham qualquer ligação.

As evidências textuais

Ramayana , que data do 5 º ou 4 º século aC.

Do Livro 6, Canto CXXIII: O carro mágico:

Não é o meu carro maravilhoso,
Nomeado Pushpak, feito por mãos divinas.
...
Este carro, mantido com o máximo cuidado,
Vai-te flutuar através dos campos de ar,
E a luz incansável para baixo
Na cidade real justo de Ayodhya.

Do Livro 6, Canto CXXIV: A Partida:

Voou através do ar, como Rama escolheu,
O carro maravilhoso da Terra surgiu.
E adornada com cisnes e asas de prata
Através das nuvens o frete dos reis.

Mahabharata

"Bhima voou com sua Vimana num raio enorme que era brilhante como o sol e fez um barulho como um trovão de uma tempestade "

Livro da Genesis e Livro de Enoque

Naqueles dias havia nefilins na terra, e também posteriormente, quando os filhos de Deus possuíram as filhas dos homens e elas lhes deram filhos. Eles foram os heróis do passado, homens famosos.
Gênesis 6:4

Então disse Elohim (deuses): "Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança. Domine ele sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu, sobre os animais grandes de toda a terra e sobre todos os pequenos animais que se movem rente ao chão".
Gênesis 1:26

E aconteceu depois que os filhos dos homens se multiplicaram naqueles dias, nasceram-lhe filhas, elegantes e belas. E quando os anjos, os filhos dos céus, viram-nas, enamoraram-se delas, dizendo uns para os outros: Vinde, selecionemos para nós mesmos esposas da progênie dos homens, e geremos filhos.
Livro de Enoque capítulo 7

Além disso, Azazyel ensinou os homens a fazerem espadas, facas, escudos, armaduras, a fabricação de espelhos e a manufatura de braceletes e ornamentos, o uso de pinturas, o embelezamento das sobrancelhas, o uso de todo tipo selecionado de pedras valiosas, e toda sorte de corantes, para que o mundo fosse alterado.A impiedade foi aumentada, a fonicação multiplicada; e eles transgrediram e corromperam todos os seus caminhos.Amazarak ensinou todos os sortilégios, e divisores de raízes:Armers ensinou a solução de sortilégios;Barkayal ensinou os observadores das estrelas,
Akibeel ensinou sinais;Tamiel ensinou astronomia;E Asaradel ensinou o movimento da lua,
Livro de Enoque capítulo 8

Livro de Ezequiel

No ano trigésimo, no quinto dia do quarto mês, quando eu estava entre os cativos, junto ao rio Kebar, os céus abriram-se e eu tive visões divinas... Olhei, e eis que, veio do setentrião um vento impetuoso, uma grande nuvem, que espalhou para todos os lados uma luz resplandecente no centro da qual brilhava como que o bronze polido, saindo do meio do fogo. No centro ainda, apareciam quatro animais, cujo aspecto tinham uma aparência humana. Cada um deles tinha quatro faces, e cada um deles tinha quatro asas. Seus pés eram como aqueles de um vitelo, e eles brilhavam como o cobre polido.

2 Livro de Reis

“E sucedeu que, indo eles andando e falando, eis que um carro de fogo, com cavalos de fogo, os separou um do outro; e Elias subiu ao céu num redemoinho.”

Tábuas Mesopotâmicas

Após a realeza descer do céu em Eridu...
Tábua Lista de Reis Sumérios

Os grandes Anunnaki que decretam o destino
Sentaram-se, trocando opiniões referentes à Terra.
Eles que criaram as quatro regiões,
Que estabeleceram as colônias,
Que vigiaram a Terra,
Eram demasiado elevados para a humanidade.
Epopéia de Etana

Quando os deuses agiam como homens, eles faziam todo trabalho, e muito labutavam. O trabalho era enorme, grande o esforço, pois os deuses do céu, os Anunaki, faziam os Igigi, os deuses mais jovens da Terra, carregar uma carga sete vezes maior  
Tábua O nascimeno do homem

Livro dos Mortos

“Estirada no flanco da montanha dorme a grande serpente, com cento e oitenta pés de comprimento e cinqüenta pés de largura; sua barriga é adornada com sílexes e pedras cintilantes. Agora eu sei o nome da serpente da montanha. Vede, é "a que mora nas chamas”...
“Depois de navegar em silêncio, Rá lança um olhar à serpente e subitamente sua navegação pára, como se o que está escondido em seu barco estivesse de emboscada... Vede-o que mergulha na água e submerge até quarenta pés de profundidade. Ele ataca Set, lançando-lhe seu dardo de aço.” 




Estes são alguns exemplos de evidências da Teoria dos Antigos Astronautas, mais exemplos podem ser encontrados neste blog, onde os autores estudam incansavelmente o assunto.


Para ler : Eram os deuses astronautas? , O 12º Planeta, O Mistério de Sirius, Deuses do Éden, O Livro dos Senhores do Mundo, Fim dos Tempos, Livro de Enoque, Mahabharata, Deuses e Astronautas no Antigo Oriente, Genesis Revisitado, As Guerras dos Deuses e dos Homens, Reinos Perdidos.

Para assistir: Série Alienígenas do Passado, do History Channel.

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